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MaisIdadeMais: este país é (seguramente) para velhos

O conceito MaisIdadeMais criado pelo Grupo Ageas Portugal celebrou no Coliseu Porto Ageas o envelhecimento ativo e dar voz à importância da vida na terceira idade

05 de novembro de 2024 às 13:50

“A vida é para ser vivida, saibam gozar a vida, não desistam de viver!” A frase do ator Ruy de Carvalho retrata na perfeição o MaisIdadeMais, que pretende, sobretudo, alertar para a importância do envelhecimento ativo e de estarmos preparados para a fase da reforma procurando soluções que nos apoiem na terceira idade. O desafio, promovido pelo Grupo Ageas Portugal, ganha particular relevância se tivermos em conta que o país está entre os países mais envelhecidos da Europa com mais de 2,5 milhões de pessoas com 65 anos ou mais. Um número que, além disso, continua a crescer. “Mas isto não tem de ser uma preocupação, muito pelo contrário. É uma oportunidade de pensarmos em como queremos viver esta fase da vida e como podemos cuidar melhor de nós e daqueles que amamos. Sabemos que com os apoios certos, esta fase pode ser uma das mais enriquecedoras”, comentou a apresentadora Teresa Guilherme, “anfitriã” do evento MaisIdadeMais.

O mês escolhido para a segunda edição do MaisIdadeMais só podia ser o de outubro, Mês do Idoso, no qual esta seguradora, em parceria com a RUTIS, Rede de Universidades Seniores e o Correio da Manhã, convidou todos os seniores de Portugal a partilharem as suas experiências de vida e sabedoria. “Sabemos hoje que garantir dignidade no envelhecimento não se resume apenas a novas legislações. É preciso mais!” E este “mais” que Teresa Guilherme pressupunha baseia-se na criação de condições para que todos possamos envelhecer de forma ativa com acesso à saúde, ao rendimento, à proteção e, mais importante ainda, com a certeza de que o nosso bem-estar é uma prioridade. “Este ano estamos novamente juntos, prontos para dar mais um passo em frente, para contribuir positivamente para o envelhecimento de cada um de nós. E temos o privilégio de contar com a RUTIS, uma instituição que promove o envelhecimento ativo através da aprendizagem contínua e de um forte sentido de comunidade.”

MaisIdadeMais Saúde e Bem-Estar

Após a atuação do grupo musical sénior da RUTIS Porto, foram abordados temas de Saúde e Bem-Estar, com Teresa Bartolomeu, responsável pela oferta de saúde do Grupo Ageas Portugal; Fernando Paulo, vereador da Câmara Municipal do Porto; e Matilde Silva, aluna da RUTIS. Teresa Bartolomeu centrou a sua intervenção na forma como o Grupo Ageas Portugal se tem preparado para garantir que os seniores tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade e destacou a importância de se preparar antecipadamente para o envelhecimento. Teresa Bartolomeu começou por explicar como surgiu a ligação entre o Grupo Ageas Portugal e o envelhecimento, salientando que desde 2017 o grupo tem uma equipa dedicada a trabalhar em soluções que respondam às necessidades dos clientes à medida que envelhecem. A responsável pela oferta de saúde enfatizou o papel fundamental das seguradoras na proteção dos idosos, não apenas em termos financeiros, mas também na promoção da saúde e bem-estar.

A realidade do envelhecimento em Portugal foi um ponto importante da discussão. Teresa Bartolomeu apresentou dados que evidenciam que os portugueses vivem em média quase 20 anos após a reforma, o que ressalta a necessidade de apoio ao nível da saúde e bem-estar durante esse período. Sublinhou ainda que viver mais tempo nem sempre significa viver melhor, destacando a importância de se preparar antecipadamente para o envelhecimento, inclusive em termos de saúde.

A responsável detalhou algumas das soluções específicas oferecidas pela Grupo Ageas Portugal nas áreas de saúde e bem-estar, como os seguros Opções 1,2,3, Light e Vintage. Mencionou ainda o programa Médis Active e a importância da saúde de proximidade, incluindo serviços como linhas de apoio e atendimento médico ao domicílio.

Por fim, a responsável pela oferta de saúde do Grupo Ageas Portugal destacou a importância de eventos como o MaisIdadeMais na promoção de uma visão mais positiva do envelhecimento, abordando a necessidade de aumentar a literacia em saúde e finanças entre os idosos, e como isso pode contribuir para reduzir preconceitos e melhorar a qualidade de vida na terceira idade.

Envelhecimento é um desafio para as cidades…

Já Fernando Paulo, vereador do pelouro de Coesão Social da Câmara Municipal do Porto, começou por destacar que o envelhecimento é um desafio crescente em todas as cidades, e o Porto não é exceção. O edil apresentou as principais iniciativas que a câmara municipal tem promovido para responder a esta realidade demográfica, nomeadamente aquelas que tiveram um impacto mais direto no bem-estar da população sénior.

O vereador explicou como estas iniciativas estão a contribuir para que o Porto se torne uma cidade com um envelhecimento mais ativo, inclusivo e participativo e enfatizou a importância de criar espaços e programas que permitam aos idosos manterem-se integrados na comunidade, continuarem a aprender e a contribuir para a sociedade.

... porque nunca é tarde para nada

A intervenção de Matilde Silva, uma aluna da RUTIS (Rede de Universidades Seniores), com 72 anos, trouxe uma perspetiva pessoal e inspiradora sobre o envelhecimento ativo e a aprendizagem contínua. Nascida no concelho de Ílhavo, concluiu o ensino obrigatório e realizou o seu sonho de ser cabeleireira, uma profissão que exerceu com sucesso durante mais de quinze anos.

Matilde Silva partilhou a sua filosofia de vida, recomendando que se viva cada dia com intensidade, “como se não houvesse amanhã”, uma atitude positiva e proativa em relação à vida que foi um dos pontos altos da sua intervenção. A convidada refletiu sobre os benefícios que frequentar a Universidade Sénior trouxe para a sua saúde, tanto física como mental, sublinhando a importância da atividade intelectual no processo de envelhecimento. Um verdadeiro exemplo de vida.

A Fundação Ageas apoia a Freebird Club

Após esta discussão, foi apresentada a Freebird Club, um projeto inovador apoiado pela Fundação Ageas que promove viagens e conexões sociais para adultos com mais de 50 anos. Este clube, que visa combater a solidão entre os mais velhos, oferece uma plataforma que facilita interações significativas.

Com mais de 21 mil membros espalhados por 41 países, a Freebird Club “está a abrir portas para um envelhecimento ativo e positivo à escala global, tornando o mundo das viagens e do turismo mais acessível para os adultos mais velhos nos quatro cantos do mundo”, salientou Teresa Guilherme.

MaisIdadeMais Rendimento e Proteção

Após uma breve pausa, o evento recomeçou com o coro RUTIS de Gaia, e avançou para os temas de Rendimento e Proteção. João Serafim, coordenador da Rede Private do Grupo Ageas Portugal, Luís Jacob, presidente da RUTIS, e Cláudia Ramos, professora da RUTIS, debateram a importância do planeamento financeiro para assegurar uma vida tranquila na reforma. João Serafim sublinhou a necessidade de uma poupança consciente desde cedo, desmistificando o tema dos investimentos neste contexto, comparando-os à roda de alimentos e à necessidade de um equilíbrio saudável. Enquanto Luís Jacob falou sobre o papel fundamental da RUTIS na promoção do envelhecimento ativo. Cláudia Ramos destacou como o trabalho voluntário nas universidades seniores pode transformar vidas.

Oferta adaptada para responder às necessidades

Presentes no evento, no Coliseu Porto Ageas, Gustavo Barreto e Nelson Machado, membros da Comissão Executiva do Grupo Ageas Portugal, falaram do conceito MaisIdadeMais. Mas não só. A forma como os seniores hoje encaram de forma diferente o envelhecimento também foi tópico de conversa, com Gustavo Barreto a confirmar que o Grupo Ageas teve de adaptar comercialmente adaptar a sua oferta aos novos tempos. “Sim, tivemos de adaptar toda a nossa oferta, um projeto que já começou há alguns anos, denominado programa Silver, em que colocámos um conjunto de pessoas a olhar e analisar todas as ‘dores’ que os seniores têm. A inovação começa muito por aí, identificar quais são as dificuldades que os clientes têm e depois tentar encontrar soluções para essas mesmas ‘dores’”, diz o membro da Comissão Executiva do Grupo Ageas Portugal.

Na componente financeira, por exemplo, a marca encontrou um novo produto porque percebeu que as pessoas poupavam, mas depois não havia nenhuma solução para começarem a usufruir dessa poupança. “A ideia é as pessoas terem um complemento de reforma que utilizem de forma mais eficiente. O nosso produto, o Rendimento Flexível, tem esta lógica, ou seja, usar uma parte do montante poupado todos os meses em complemento da reforma”, explica e prossegue: “Associamos a isto, inclusivamente, a componente do património imobiliário. Muitas vezes o tamanho das casas está sobredimensionado numa etapa mais avançada da vida. Ao vender esse imóvel estou isento de tributação de mais-valias e posso usar este montante para a minha reforma. Este foi um exemplo.”

O Grupo Ageas Portugal também criou produtos ao nível da componente de vida. “Temos o Volta 55+, o Vintage ou o Light que permitem que pessoas mais velhas, que antes tinham antes acesso ao seguro de saúde, tenham agora essa possibilidade”, conta Gustavo Barreto.

Dimensão social e negócio

Por sua vez, Nelson Machado explicou a importância do MaisIdadeMais, o qual, acredita, tem uma importância particularmente grande e em duas dimensões. “Primeiro, na sua dimensão social, pois estamos a apoiar instituições que se têm distinguido no apoio ao que chamamos o segmento Silver. Uma fase em que as preocupações mudam bastante, as necessidades mudam significativamente, as necessidades de proteção tornam-se cada vez maiores. As pessoas estão a viver mais tempo, mas não necessariamente com melhor qualidade de vida. Temos de conseguir ajudar a garantir que este viver mais tempo, que é ótimo, possa ser acompanhado de melhor qualidade de vida”, conta o membro da Comissão Executiva do Grupo Ageas Portugal.

Depois, prossegue, há também, naturalmente, uma componente de negócio, de economia, de oportunidade comercial. “Porque, de facto, se estamos com pessoas que vão viver cada vez mais anos, com melhor rendimento e melhor saúde, temos de nos adaptar e criar soluções para essas pessoas. Uma pessoa com 65 anos há 40 anos era uma pessoa normalmente muito cansada e que tinha já pouca esperança de vida e pouca energia para gozar a vida. Hoje é diferente. Portanto, não faz sentido termos as mesmas soluções que tínhamos há 20, 30 ou 40 anos pois nunca conseguiríamos extrair o valor”, sublinha.

Segundo Nelson Machado, o idoso que o Grupo Ageas Portugal quer não é a pessoa triste que fica sentado no banco de jardim. “Até pode ser, caso seja essa a sua vontade, mas queremos dar igualmente soluções para os que pretendem nesta fase mais madura da sua vida ter um envelhecimento ativo, envolvido na comunidade. É, de facto, o idoso que queremos”, conclui.

Vencedores do desafio “E eu sou idoso(a)?”

 O evento que decorreu no Coliseu Porto Ageas serviu ainda para apresentar os resultados do desafio criativo “E eu sou idoso(a)?”, lançado no dia 1 de outubro, Dia Internacional do Idoso. Os participantes foram convidados a explorar o significado do envelhecimento através de obras de fotografia, texto ou vídeo. Durante a entrega dos prémios, o membro da Comissão Executiva do Grupo Ageas Portugal, Nelson Machado, destacou o talento dos participantes e anunciou João Alberto Ferreira da Silva como vencedor na categoria “Mais Saúde, Mais Bem-Estar” pelo seu texto “O Automóvel que Nós Somos”, que compara o envelhecimento à vida de um automóvel. Isabel Pascoal, Diretora de Operações Vida do Grupo Ageas Portugal, entregou os prémios nas categorias “Mais Rendimento” e “Mais Proteção”, reconhecendo Clara Patrício e Helena Guerreiro Nobre Reis pelos seus trabalhos inspiradores. Clara desafiou estereótipos sobre o trabalho na terceira idade com uma fotografia poderosa – “Velha é a tua tia” –, enquanto Helena refletiu poeticamente sobre o valor do tempo no seu texto “Sou idosa? Sim, sou idosa!”

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