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Alunos do 1º ciclo também vão aprender a programar no LGW

Aprender a programar vai ser um dos pontos altos para as centenas de alunos que visitam o LGW no âmbito do Serviço Educativo.
10 de Novembro de 2019 às 06:52

Este ano também os alunos do 1º ciclo (3º e 4ºano) são chamados ao desafio, que nas últimas edições entusiasmou crianças e jovens do 2º e 3º ciclo e esgotou sessões. Como explica João Sousa, da escola Happy Code, que vai dinamizar uma das ações nesta área, sabe-se hoje que a "programação é muito mais do que desenvolver código e criar software". É também "uma forma de desenvolver competências que no futuro serão úteis em qualquer profissão, como a criatividade, o pensamento crítico, a capacidade de adaptação ou de colaboração".

No LGW, as atividades do Auditório Principal estarão focadas em levar aos alunos das escolas de todo o País que por lá vão passar um "cheirinho" deste mundo.

Como? Permitindo-lhes criar os seus próprios jogos e colocando habituais jogadores, do outro lado do ecrã, para perceberem que "têm o poder de ser criativos", explica João Sousa.

 

A minha primeira app 

Os temas e a complexidade da tarefa estão adaptados às diferentes idades: os mais novos vão desenvolver um jogo no qual se alimenta um herói faminto (Kodu vai à Horta), ou se salva o planeta de extraterrestres (2º ciclo). Os mais velhos (3º ciclo) são desafiados a criar uma app que interaja com o ecrã e com os sensores do telemóvel, que no final da ação descarregam para jogar no seu próprio telemóvel. 

Mas as oportunidades para dar os primeiros passos na programação não se esgotam nesta atividade. Também a Sharkcoders, em parceria com a Microsoft, leva ao evento uma ação de formação na mesma área, em que os mais jovens vão poder aprender a programar, experimentando as metodologias usadas pela escola portuguesa. 

Sharkcoders e Happy Code mantêm programas de referência na área da programação com várias escolas espalhadas pelo País, que estão direcionados a crianças e jovens com idades entre os 5 e os 17 anos.