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Câmara do Porto vai custear manutenção e seguro da coleção Juan Miró

Existe um protocolo entre a Câmara e o Ministério da Cultura, na sequência de um contrato de cedência.
Lusa 12 de Dezembro de 2017 às 03:44
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves
Coleção Miró já esteve em exposição em Serralves

A Câmara Municipal do Porto vai custear a manutenção e o seguro da coleção do artista catalão Juan Miró, depois de o Governo escolher a cidade para a acolher em permanência, anunciou esta terça-feira o autarca Rui Moreira.

Na segunda-feira à noite, durante a Assembleia Municipal do Porto, que durou cerca de cinco horas, o presidente do município afirmou que existe um protocolo entre a Câmara e o Ministério da Cultura, na sequência de um contrato de cedência.

"Já ficaram definidas as condições", referiu, acrescentando que o processo está "agora parado" porque a coleção ainda não está totalmente na posse do Estado Português.

Este anúncio de Rui Moreira surge depois do deputado socialista Pedro Braga de Carvalho o questionar sobre se estavam previstas verbas para fazer obras na Casa de Serralves para acolher a coleção.

No portal de notícias, a Câmara divulgou, em outubro de 2016, que o acordo para o Porto receber as obras de Miró incluía "um polo de Serralves no Matadouro".

De acordo com a nota informativa, Serralves vai criar no Matadouro de Campanhã "um museu municipal que receberá em permanência a coleção de obras de Juan Miró".

No fim de 2016, o Governo anunciou que seria o Porto a acolher as 85 obras do artista catalão Juan Miró provenientes do antigo Banco Português de Negócios (BPN).

A coleção foi apresentada pela primeira vez na Casa de Serralves, entre outubro de 2016 e junho passado, tendo recebido um total de 240.048 visitantes, segundo a Direção-geral do Património Cultural e a Fundação de Serralves.

A mostra, que está patente até 08 de janeiro no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, abarca um período de seis décadas da carreira de Joan Miró (1893-1983), de 1924 a 1981, debruçando-se de forma particular sobre a transformação das linguagens pictóricas que o artista catalão começou a desenvolver nos anos 20 do século passado.

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