O presidente da empresa diamantífera pública angolana Endiama, Carlos Sumbula, admitiu hoje que ainda é possível um entendimento extrajudicial no diferendo com a estatal portuguesa SPE, mas para já o processo segue nos tribunais.
O responsável falava em Luanda, questionado pela Lusa sobre o processo em que a empresa nacional de diamantes angolana (Endiama) exige ao Estado português e a duas empresas públicas nacionais uma indemnização de seis mil milhões de dólares (5,3 mil milhões de euros), relativa ao diferendo envolvendo a mina de Lucapa.
"Nós estamos ligados a Portugal por fatores culturais muito fortes, falamos a mesma língua, queremos cooperar com Portugal, mas fomos atacados. E nós, pronto, não entendemos", afirmou Carlos Sumbula, à margem de um encontro de quadros promovido hoje pelo Ministério da Geologia e Minas.
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