O ex-procurador do Ministério Público Orlando Figueira vai continuar em prisão domiciliária, com pulseira eletrónica, determinou o Tribunal Judicial de Lisboa, disse à Lusa fonte judicial.
Orlando Figueira está em "medida de coação privativa de liberdade" desde 23 de fevereiro de 2016, tendo o Tribunal decidido manter a medida após reexame dos pressupostos.
Para a decisão, a que a Lusa teve acesso, o Tribunal considerou que se mantêm "inalterados os pressupostos de facto e de direito que determinam a aplicação ao arguido da medida de prisão preventiva" e que "nada de relevante ou significativo resultou em termos de diminuição das exigências cautelares do processo".
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