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Grupo de voluntários arregaçou as mangas para ajudar a remover escombros de fábrica de pranchas de surf destruída pelo fogo

Comunidade surfista lançou uma campanha de angariação de fundos para ajudar Octávio Lourenço que perdeu tudo. Em apenas oito dias já foram angariados mais de 27 mil euros.

13 de janeiro de 2026 às 20:41

Mais de duas dezenas de voluntários juntaram-se para ajudar a remover os escombros da fábrica de pranchas de surf, que ficou totalmente destruída depois de um incêndio, em São Brás de Alportel, no Algarve.

Octávio Loureço algarvio perdeu tudo o que construiu durante 30 anos.

Uma semana depois do incêndio, um grupo de amigos e voluntários arregaçou as mangas e começou a limpar o que restou do incêndio.

Ficaram destruídas cerca de 200 pranchas prontas, em produção e em reparação.

Uma carrinha carregada de material destruído foi retirado do local

Desapareceram também os materiais, as ferramentas, maquinaria especializada e acessórios essenciais para o fabrico artesanal das pranchas.

Os prejuízos ainda não estão totalmente contabilizados, mas são superiores a 100 mil euros.

A perda é total e Octávio Lourenço não tinha seguro.

A comunidade do surf ficou sensibilizada e lançou uma campanha de angariação de fundos, que em apenas oito dias já conseguiu recolher mais de 27 mil euros.

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