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União de Leiria pede bens essenciais para ajudar bombeiros

Clubes portugueses estão solidários com quem está a ser afetado pelos fogos.

16 de outubro de 2017 às 13:52

Sporting de Braga e Vitória de Guimarães juntaram-se esta segunda-feira à onda de solidariedade para com as vítimas dos incêndios, que no fim de semana voltaram a fustigar território português, a norte do Tejo.

"Nestas horas difíceis em que defendemos a cidade que nos dá nome e alma, o SC Braga está com a população nesta grande prova de união e coragem coletiva e manifesta todo o seu apoio e solidariedade para com as famílias afetadas pelo grande flagelo dos incêndios", referiu o Sporting de Braga.

O distrito de Braga é um dos afetados por incêndios, que fizeram de domingo passado o "pior dia de fogos do ano" segundo as autoridades, e o clube minhoto solidarizou-se, bem como os vizinhos do Vitória de Guimarães.

"Os nossos pensamentos estão com todos os afetados pelos incêndios e com todos os bravos bombeiros, que arriscam a sua vida pelos outros", escreveu o Vitória de Guimarães na sua página oficial na internet.

De Leiria, região fortemente afetada, vem um apelo de bens essenciais para as corporações de bombeiros, com a União, clube atualmente nos Campeonatos de Portugal, a pedir garrafas de águas, barras de cereais, bolachas e conservas.

São vários os clubes dos vários campeonatos a manifestarem solidariedade, com o Estoril a deixar uma mensagem "de força para os que sofrem" e "para os bombeiros" e o Belenenses a falar "em gratidão" às corporações no terreno.

Também Moreirense e Sporting de Covilhã se juntam nas mensagens, com o clube do distrito de Castelo Branco a associar-se nas condolências, tal como já o havia feito hoje a Federação Portuguesa de Futebol, às famílias.

Em Tondela, onde houve destruição de várias casas e vítimas mortais, e o clube do concelho fala na capacidade de reerguer depois de algo tão "horrível".

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 31 mortos e dezenas de feridos, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, no verão, um fogo que alastrou a outros municípios e que provocou 64 mortos e mais de 250 feridos.

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