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"É preciso que o país se habitue a não aguardar por tragédias", avança Costa

Primeiro-ministro reforça a ideia de que é necessário revitalizar o interior e concretizar a reforma da floresta.
Lusa 17 de Junho de 2018 às 14:21
António Costa em Pedrógão Grande
Pedrógão Grande
António Costa em Pedrógão Grande
Pedrógão Grande
António Costa em Pedrógão Grande
Pedrógão Grande

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou este domingo que o país tem de se habituar "a não aguardar pelas tragédias" para dar importância àquilo que é estrutural, elegendo a floresta e o interior como prioridades.

"É preciso que o país se habitue a não aguardar pelas tragédias para dar importância àquilo que é verdadeiramente estrutural", frisou António Costa, recordando, após a missa em memória das vítimas dos incêndios de há um ano, realizada na vila de Pedrógão Grande, que o Governo arrancou ainda em 2016, antes dos grandes fogos, com a reforma da floresta e a criação da Unidade para a Missão de Valorização do Interior.

Segundo o primeiro-ministro, há duas questões estruturais que o país tem de enfrentar e para as quais atualmente e "infelizmente, está mais alerta do que devia ter estado a tempo e horas": as necessidades de revitalizar o interior e de concretizar a reforma da floresta.

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