page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Reforços espanhóis previstos para os incêndios de Vila Pouca de Aguiar mobilizados para Castro Daire

Situação agravou-se no concelho.

19 de setembro de 2024 às 11:17

O reforço de meios espanhóis que estava previsto para o incêndio de Sabroso de Aguiar, Vila Pouca de Aguiar, foi mobilizado para Castro Daire, disse o comandante sub-regional do Alto Tâmega da Proteção Civil.

Artur Mota disse esta manhã que estava previsto que 120 operacionais Unidade Militar de Emergência espanhola reforçassem o combate ao fogo no concelho de Vila Pouca de Aguiar, mas que, devido a um agravamento da situação em Castro Daire, foram mobilizados para aquele incêndio no distrito de Viseu.

Esta manhã, a situação no concelho - o foi mais afetado esta semana pelos incêndios no distrito de Vila Real - "está mais calma", mantendo-se ativo o fogo que lavra numa zona de Pinhal em Sabroso de Aguiar.

Este fogo começou na segunda-feira, rodeou casas, a zona industrial e pedreiras, subiu a serra até se aproximar de Vilela da Cabugueira e seguia em direção a Vidago, já no concelho de Chaves, uma frente que foi travada pela atuação de oito aviões pesados que, ao final de tarde de quarta-feira, fizeram 24 descargas de água na zona mais critica.

"É o local que nos oferece mais perigo. Se o resolvermos à partida o resto vai ser vigilância, mas até à noite ainda vamos ter situações mais complicadas porque prevê-se um agravamento da meteorologia com um aumento da intensidade do vento para o final da tarde", referiu, num ponto de situação feito às 09:00.

No fogo de Sabroso de Aguiar estão mobilizados 99 operacionais e 33 viaturas, estando a ser posicionados outros homens na zona dos restantes três incêndios que lavraram no concelho desde segunda-feira e que foram dados como estando em resolução quarta-feira à noite.

Um relatório preliminar indica que os incêndios que deflagraram no concelho de Vila Pouca de Aguiar na segunda-feira queimaram uma área de cerca de 8.000 hectares de floresta, mato e propriedades agrícolas.

Ardeu uma habitação em Zimão, deixando um idoso desalojado, foram também atingidas cinco casas devolutas, vários armazéns agrícolas, um armazém industrial e uma estufa.

Sete pessoas morreram e cerca de 50 ficaram feridas nos incêndios que atingem desde domingo sobretudo as regiões Norte e Centro do país, nos distritos de Aveiro, Porto, Vila Real, Braga, Viseu e Coimbra, e que destruíram dezenas de casas e obrigaram a cortar estradas e autoestradas.

A área ardida em Portugal continental desde domingo ultrapassa os 106 mil hectares, segundo o sistema europeu Copernicus, que mostra que nas regiões Norte e Centro, já arderam perto de 76 mil hectares.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8