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Correio da Manhã

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Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes

É, por norma, o quartel-general de quem visita a ilha de Cuba. Bons hotéis e praias excelentes.
Secundino Cunha 13 de Fevereiro de 2019 às 18:15
Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes
Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes
Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes
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Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes
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Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes
Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes
Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes
Varadero é uma língua de areia branca banhada por águas quentes
A pouco mais de uma centena de quilómetros de Havana entra pelo mar, em direção às Bahamas, uma língua de terra, com pouco mais de dez quilómetros de comprimento e 500 metros de largura, onde se fixam a maioria dos quatro milhões de turistas que anualmente visitam a ilha de Fidel.

Com 48 quilómetros quadrados, a península de Varadero viu nascer, nas últimas três décadas, mais de 60 unidades hoteleiras. É dos poucos lugares do Mundo em que, um passo após a saída da cama, é possível o mergulho no mar.

Um paraíso em que só as esguias sombras dos coqueiros entrecortam a brancura das areias e a cristalina transparência das águas. No centro da pequena vila, dezenas de artistas colocam à venda o melhor artesanato do País. 

Quando se torna impossível a manutenção do património
A rara beleza de Havana, com os seus edifícios policromados, está seriamente comprometida pela visível falta de manutenção de muito do edificado.

A culpa, dizem os habitantes, é do embargo económico dos Estados Unidos, que impede a chegada à ilha dos mais diversos materiais, do ferro, ao cimento e às tintas.

Mas, falando baixinho, são muitos os que vão dizendo que, nos últimos anos, se tem assistido a um "desinteresse" das autoridades pelo património, inversamente proporcional à cada vez maior procura turística da cidade. 

Ernest Hemingway e Eça de Queiroz frente a frente
O Centro Histórico de Havana começa na casa do Governador. Logo ali, nas traseiras do velho palácio, Camões e Cervantes confirmam a existência, na parte mais antiga da capital de Cuba, de importantes lugares literários.

O mais visitado é a ‘Bodeguita del Medio’, onde Ernest Hemingway bebeu os melhores mojitos. Não muito longe, ergue-se o hotel Ambos Mundos, onde o escritor americano residiu na década de 30 do séc. XX.

Curiosamente, a dois passos desse hotel, do outro lado da calle dos Mercaderes, mantém-se o café que Eça de Queiroz frequentou quando ali foi cônsul. Deu-se, assim, uma espécie de frente a frente de dois grandes escritores.

O QUE FAZER E VISITAR 
Artesanato local
É vendido em todos os lugares, sejam cidades ou pequenas aldeias, mas o artesanato de melhor qualidade encontra-se em Varadero. 

Hotel de Hemingway
Vale a pena pagar 5 dólares e subir ao 5.º andar do hotel Ambos Mundos, na Calle Obispo, e entrar no quarto de Hemingway, o n.º 511. 

Puros, graças a Deus
É para os apreciadores, pois claro. Após uma visita à velha fábrica da Partagás, no centro da cidade, fica aquele travo inesquecível. 

FICHA DE VIAGEM 
Como ir
Voos diários Air Europa a partir de Lisboa ou Porto, com escala em Madrid.
Onde ficar
Hotel Los Cactus, Varadero
Preço diária
Por pessoa, 125 euros/ dia
Quartos
Quartos duplos, excelentes.
Meios de pagamento
Cartões de crédito, débito ou dinheiro.
Moeda usada
CUC (peso reconvertível) de valor equivalente ao dólar.
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