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Mulher de 44 anos morre enquanto fazia aborto no Hospital de Cascais

Dídia morreu durante aborto de filho com trissomia 18 no Hospital de Cascais

Vítima era uma grávida de risco, hipertensa, tinha diabetes e histórico de abortos.

14 de junho de 2019 às 22:00

O 'Investigação CM', desta sexta-feira revela a história de Dídia Couceiro, de 44 anos, que morreu em outubro de 2018 enquanto realizava um aborto no Hospital de Cascais.  

Dídia foi aconselhada pelo hospital a realizar um aborto depois de ter sido informada que filho, de 19 semanas, sofria de trissomia 18. 

Até aos dias de hoje, as causas da morte de Dídia continuam um mistério. Passados oito meses as dúvidas persistem e as respostas são poucas. O relatório da autópsia refere que não foi possível determinar as causas da morte da mulher devido ao avançado estado de decomposição do corpo.

O 'Investigação CM' sabe que Dídia era uma grávida de risco, hipertensa, tinha diabetes e histórico de abortos.

O Ministério Público e a entidade reguladora da saúde estão a investigar o caso desde fevereiro. O Hospital de Cascais abriu um inquérito interno e garante já ter respondido a todas as perguntas da tutela.