Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão. Mas há mínimos: interditar o uso de bases aéreas à aviação americana (obrigado, Sánchez) ou o próprio espaço aéreo francês (obrigado, Macron) é sabotagem entre aliados. Trump não merece melhor depois das ameaças sobre a Gronelândia? Pergunta errada: a relação é com os EUA, não com Trump. Além disso, as relações internacionais não se fazem com sentimentos; fazem-se com interesses - e é do interesse da Europa que o regime teocrático iraniano não tenha direitos de portagem no estreito de Ormuz, muito menos capacidade balística nuclear. Se Trump pagar na mesma moeda, abandonando os europeus à sua sorte, não será apenas a Ucrânia a sofrer as consequências. Será a Europa - e a ilusão persistente de que pode viver à margem da realidade. Cabeças pequenas, horizontes curtos.
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