Chester Bennington imitou na morte o amigo Chris Cornell

Vocalista dos 'Linkin Park' utilizou cinto preso à porta da casa de banho para se matar.

21 de julho de 2017 às 17:57
Chester Bennington, Los Angeles, Linkin Park, Hallelujah, Chris Cornell, Phoenix, Soundgarden, Radar, Twitter, Xero, Leonard Cohen, One More Light, EUA, Talinda Ann, músico Foto: Getty Images
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A polémica em volta do suicídio de Chester Bennington continua. Depois de se saber que o vocalista dos Linkin Park decidiu por termo à vida no mesmo dia em que o seu grande amigo Chris Cornell - que se suicidou a 17 de maio - fazia 53 anos, o TMZ garante agora que Chester matou-se da mesma forma que Chris.

Chester Bennington terá utilizado um cinto preso à porta da casa de banho para se enforcar, tal como o líder dos Soundgarden. Nenhum dos artistas deixou bilhetes de despedida ou evidências de drogas ilícitas. Perto do corpo de Cornell as autoridades encontraram medicamentos e de Chester uma garrafa de bebida alcoólica, parcialmente consumida.

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A mesma publicação adianta que o suicídio do amigo terá aumentado a depressão de Chester, informação que o site Radar reforça, com depoimentos dos amigos do vocalista, que garantem que ele nunca mais foi o mesmo depois da perda de Cornell.

Funeral de Cornell

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"Lembranças de ti inundaram a minha cabeça e chorei. Estou a chorar ainda, de tristeza e de gratidão. Inspiraste-me tantas vezes e de várias formas que não podes nem imaginar. A tua voz foi alegria e dor, fúria e perdão, amor e coração partido, tudo numa só. Acho que todos nós somos assim. E tu ajudaste-me a perceber isso (…). Gosto de pensar que estavas a dizer adeus da tua própria forma. Não consigo imaginar um mundo sem ti. Rezo para que encontres paz na próxima vida", lê-se na carta aberta publicada nas redes sociais.

No dia do funeral de Chris Cornell, o vocalista dos Linkin Park voltou a homenagear o amigo. Cantou ‘Hallelujah’, de Leonard Cohen.

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Depressão e abusos Chester Bennington

Em maio, no que viria a ser a sua última entrevista, Chester disse ao Daily Mail, que estava a passar por uma depressão e que tinha complexos com isso. Falou sobre a morte e como superou alguns momentos de dor.

"Cheguei a um ponto da minha vida em que pensava: ‘Eu posso desistir e morrer ou posso lutar pelo que quero’. E escolhi lutar. Quero amar as pessoas que pertencem à minha vida, aproveitar o meu trabalho e a paternidade, apenas levantar de manhã. E isso era difícil para mim", contou na altura.

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Na entrevista, ainda destacou que o álbum 'One More Light', o mais recente dos Linkin Park, o ajudou a superar alguns momentos mais difíceis. Ressaltou que estava "focado no presente" e em "tirar o melhor" da vida, caso contrário, poderia voltar a ter os mesmos pensamentos e comportamentos.

Chester nasceu em Phoenix, nos EUA, a 20 de março de 1976. Durante a adolescência decidiu que a melhor forma de se abstrair dos problemas era compor músicas. A primeira banda que teve chamava-se Grey Daze. Quando tinha 23 anos recebeu um convite de um agente da indústria musical para ser vocalista de um grupo chamado Xero, que mais tarde, veio a tornar-se nos Linkin Park

À medida que a fama ia aumentando, o consumo de drogas e álcool também subia. E em 2005, o divórcio da primeira mulher fez com que o problema se agravasse.

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O artista, de 41 anos, tinha acabado de voltar de férias com a atual mulher Talinda Ann, com quem estava casado desde 2006, quando se suicidou na sua casa em Los Angeles, nos EUA. Além de deixar viúva Talinda, o músico deixa também órfãos seis filhos, resultado dos dois casamentos.

Os Linkin Park pretendiam iniciar uma digressão pelos EUA, para apresentar no novo álbum, a 27 de julho.

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