MEO Sudoeste arranca sob o signo do ambiente

Casal de corujas fez ninho no pórtico da Herdade da Casa Branca e tornou-se símbolo de evento que quer ser ecológico.

07 de agosto de 2019 às 01:30
Jovens refrescam-se das temperaturas altas no Alentejo Foto: Luis Guerreiro
O recinto abriu ontem ao público Foto: Luis Guerreiro
Muitos dos presentes são mais novos do que o festival Foto: Luis Guerreiro

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O Sudoeste começa a ser tão certo como o casal de corujas que fez ninho no pórtico da Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar, em Odemira. Este ano já tem três crias, esta ave em vias de extinção e cuja presença dá o mote para a campanha de sensibilização ambiental do festival.

Todos os dias, uma equipa vai recolher lixo e tentar consciencializar os festivaleiros para que deixem o recinto limpo. Mas sem esquecerem que o Sudoeste é, acima de tudo, festa.

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Este ano, a organização espera uma enchente de cerca de 160 mil pessoas – uma média de 40 mil por dia – um número só comparável com o sucesso alcançado em 2011.

O recinto abriu ontem para o público em geral, mas desde o passado dia 3 que a festa se faz entre quem já está a acampar na Zambujeira do Mar. A abrir, estavam agendados os nomes de Steve Aoki, Anitta, Years & Years e Blaya, mas havia – e continuará a haver – música para todos os gostos nos três palcos disponíveis no evento. Difícil é mesmo escolher entre todos.

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Ontem, por exemplo, a festa fazia-se ao som dos I Love Baila Funk (no palco Moche Ring) e Pedro Mafana (palco Santa Casa). No final dos concertos, a festa é para continuar, com os festivaleiros a dançarem ao ritmo imposto pelos DJ.

Razões que sobram para que o 22º Sudoeste fique na memória dos milhares de jovens que elegem este festival de verão como destino preferencial de férias. Muitos deles mais novos do que o próprio festival...

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