Entre amanhã e dia 15, a vila acolhe o festival de artes performativas.
Pelo quarto ano, Sintra vai ser "um polo agregador das artes performativas em língua portuguesa". A partir de amanhã, e até 15 de março, a vila recebe a 4ª edição do festival Periferias, promovido pela Associação Chão de Oliva.
O evento vai levar dezenas de espetáculos de teatro, animação de rua, exposições, feira do livro, música ao vivo, workshops e tertúlias a diversos espaços de Sintra e arredores. "No ano passado, a terceira edição foi a de consolidação do Periferias. Este ano pretendemos ampliar essa consolidação através do alargamento da oferta de espetáculos", explica ao CM João de Mello Alvim, diretor artístico do festival.
Além de mais animação de rua, dedicada aos mais pequenos, o Periferias terá também horários alargados, com atuações "de manhã à noite". Ao longo dos treze dias em que as artes vão invadir Sintra, a organização estima que participem nos eventos mais de 10 mil pessoas.
O Museu do Brinquedo, a Casa de Teatro de Sintra, o Legendary Café e o Museu de Artes de Sintra vão acolher o festival, que será também alargado para o Teatroesfera (Queluz) e para o Auditório António Silva (Cacém). Nas ruas sintrenses, a animação está garantida.
Este ano, e sendo um festival internacional, o evento continuará a apostar em grupos e criadores internacionais, "principalmente de língua portuguesa", refere João Mello Alvim. São Tomé e Príncipe, Moçambique e Brasil vão estar em destaque. As atuações nacionais "são todas de grupos de fora de Lisboa".
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