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Plano de recuperação do património cultural arranca em 2023

Programa prevê a aplicação de 150 milhões de euros em obras de conservação.

13 de novembro de 2021 às 09:40

Com um valor total superior a nove milhões de euros, o Ministério da Cultura celebrou esta sexta-feira os três primeiros contratos interadministrativos do Plano de Recuperação e Resiliência no âmbito do património cultural.

O programa, que arranca em 2023, prevê a aplicação de 150 milhões de euros para obras de valorização, conservação e restauro em 46 museus e monumentos e em três teatros nacionais, considerados de requalificação prioritária.

Os três primeiros contratos, assinados pela ministra da Cultura Graça Fonseca, dizem respeito ao Museu Monográfico de Conímbriga, o Museu Nacional Machado de Castro e o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra.

A intervenção no núcleo de Conímbriga, que deverá estar concluída em 2024, prevê a valorização das áreas de reserva, de exposições temporárias e oficinas, melhoria das acessibilidades, sistemas elétricos, de segurança e de iluminação, assim como instalação de rede ‘wi-fi’. No Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, as obras incluem a requalificação do Centro Interpretativo, da Casa do Paço e de espaços exteriores. Na região Centro, estão ainda previstos investimentos no Convento de Cristo (Tomar), no Mosteiro da Batalha, no Mosteiro de Alcobaça, no Museu de Lamego, no Museu José Malhoa e no Museu Nacional Grão Vasco.

Com um valor total superior a nove milhões de euros, o Ministério da Cultura celebrou esta sexta-feira os três primeiros contratos interadministrativos do Plano de Recuperação e Resiliência no âmbito do património cultural.

O programa, que arranca em 2023, prevê a aplicação de 150 milhões de euros para obras de valorização, conservação e restauro em 46 museus e monumentos e em três teatros nacionais, considerados de requalificação prioritária.

Os três primeiros contratos, assinados pela ministra da Cultura Graça Fonseca, dizem respeito ao Museu Monográfico de Conímbriga, o Museu Nacional Machado de Castro e o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra.

A intervenção no núcleo de Conímbriga, que deverá estar concluída em 2024, prevê a valorização das áreas de reserva, de exposições temporárias e oficinas, melhoria das acessibilidades, sistemas elétricos, de segurança e de iluminação, assim como instalação de rede ‘wi-fi’. No Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, as obras incluem a requalificação do Centro Interpretativo, da Casa do Paço e de espaços exteriores. Na região Centro, estão ainda previstos investimentos no Convento de Cristo (Tomar), no Mosteiro da Batalha, no Mosteiro de Alcobaça, no Museu de Lamego, no Museu José Malhoa e no Museu Nacional Grão Vasco.

PORMENORES

Segundo a Ministra da Cultura, Graça Fonseca, durante o ano de 2022 “serão feitos os procedimentos para os respetivos projetos de arquitetura e em 2023 iniciam-se as empreitadas”.

Das 49 intervenções, “algumas” serão concretizadas através de contratos interadministrativos celebrados entre o Estado e os respetivos municípios.

Conservação

O plano integra a recuperação dos colégios da Rua da Sofia, património aberto à população.

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