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Correio da Manhã

Cultura
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Souto de Moura vence com monte alentejano

Arquiteto portuense vence com projeto da herdade de São Lourenço Barrocal.
Duarte Faria 27 de Maio de 2018 às 01:30
Souto de Moura a receber o prémio em Itália
A capela em pedra calcária para o Vaticano
A herdade de São Lourenço Barrocal
Souto de Moura a receber o prémio em Itália
A capela em pedra calcária para o Vaticano
A herdade de São Lourenço Barrocal
Souto de Moura a receber o prémio em Itália
A capela em pedra calcária para o Vaticano
A herdade de São Lourenço Barrocal
A arquitetura portuguesa continua a dar cartas lá fora. Eduardo Souto de Moura foi distinguido ontem com um Leão de Ouro na Bienal de Arquitetura de Veneza, Itália (uma das mais importantes do Mundo), devido ao trabalho desenvolvido na herdade de São Lourenço Barrocal, Monsaraz - a recuperação de um monte alentejano e a adaptação a hotel.

Um projeto que caracterizou como "muito difícil". O arquiteto portuense considerou que o prémio é "o reconhecimento do valor e nível da arquitetura portuguesa, cada vez mais reconhecida onde se exige mais qualidade".

A conquista do Leão de Ouro mereceu felicitações do ministro da Cultura, Castro Mendes, e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que elogiou o "engenho e rigor" de Souto de Moura. Portugal está presente na Bienal de Veneza com 65 participações, divididas por vários pavilhões. Souto de Moura foi um dos 100 arquitetos convidados para a exposição principal.

Está também presente no Pavilhão de Portugal com o projeto da Estação de Metro de Nápoles, uma obra realizada em conjunto com Álvaro Siza e Tiago Figueiredo. Souto de Moura tem ainda uma capela da sua autoria, em pedra calcária, no Pavilhão do Vaticano.
Bienal de Arquitetura de Veneza Eduardo Souto de Moura Itália Monsaraz Castro Mendes
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