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FC Porto reage à constituição de Pinto da Costa como arguido no caso dos mails

Clube esclarece que a nenhum dos administradores "foi imputada a participação em qualquer ato de acesso ilegítimo à correspondência electrónica do Benfica".
9 de Novembro de 2018 às 22:40
Pinto da Costa
Estádio do Dragão
Pinto da Costa
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O FC Porto reagiu em comunicado, publicado no seu site, ao facto de Pinto da Costa e mais cinco administradores da SAD portista - assim como Diogo Faria, comentador do Porto Canal e co-autor do livro 'Polvo Encarnado' - terem sido constituídos arguidos no caso dos emails.

Os dragões esclarecem que "nem a Nuno Pinto da Costa, nem a qualquer outro dos seus administradores foi imputada a participação em qualquer ato de acesso ilegítimo à correspondência eletrónica do Benfica, ou de divulgação pública dessa correspondência", mas somente o crime de ofensa a pessoa coletiva. Os portistas acrescentam que a "Diogo Faria foram-lhe imputados os crimes de ofensa a pessoa coletiva e violação de correspondência", à semelhança de Francisco J. Marques (este há uns meses).

"A ninguém do FC Porto ou com ele relacionado foi imputada a suspeita de roubo dos e-mails do SL Benfica, ou de acesso ilegítimo à correspondência eletrónica do SL Benfica", vincam os campeões nacionais, que com este comunicado "esperam contribuir para o fim da campanha de desinformação que procura associar o nome do FC Porto ao caso de corrupção designado como processo dos e-mails."

Leia o comunicado do FC Porto:


"Na sequência do esclarecimento hoje divulgado pelo DCIAP, a FC Porto – Futebol, SAD confirma a constituição como arguidos dos seus seis administradores, a quem é imputado o crime de ofensa a pessoa coletiva, na sequência de uma queixa do SL Benfica.

Nem ao presidente do Conselho de Administração da FC Porto – Futebol, SAD, Jorge Nuno Pinto da Costa, nem a qualquer outro dos seus administradores foi imputada a participação em qualquer ato de acesso ilegítimo à correspondência eletrónica do SL Benfica, ou de divulgação pública dessa correspondência.

Diogo Faria, funcionário do departamento de informação e comunicação, também foi constituído arguido, tendo-lhe sido imputados os crimes de ofensa a pessoa coletiva e violação de correspondência, exatamente os mesmos crimes imputados há uns meses a Francisco J. Marques, diretor de Informação e Comunicação do FC Porto.

A ninguém do FC Porto ou com ele relacionado foi imputada a suspeita de roubo dos e-mails do SL Benfica, ou de acesso ilegítimo à correspondência eletrónica do SL Benfica.

Como muito bem refere o esclarecimento do DCIAP, este caso nada tem a ver com o chamado processo dos e-mails, em que se investigam, entre outros crimes, atos de corrupção.

Com este esclarecimento a FC Porto – Futebol, SAD espera contribuir para o fim da campanha de desinformação que procura associar o nome do FC Porto ao caso de corrupção designado como processo dos e-mails."
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