"Acordei com uma arma apontada à cabeça": Carlos Mané recorda tempos difíceis na Quinta do Mocho
Jogador, atualmente no Kayserispor, recorda situação ocorrida quando já jogava no Sporting.
Carlos Mané cresceu na Quinta do Mocho, bairro problemático na zona de Loures, e são muitas as histórias que recorda desse período. "É sempre difícil crescer num bairro como aquele, porque há coisas que as crianças não podem ver e veem, que ficam marcadas para a vida. Mas essas coisas que vi quando era mais novo ajudaram-me a ser quem sou hoje. Vi amigos a levarem tiros. [Da polícia?] Não, de outros. Já estava no Sporting, tinha 12 anos. Ver um dos meus melhores amigos ser baleado é duro. Felizmente ele está bem, que é o mais importante", começou por contar ao 'Tribuna Expresso' o agora jogador do Kayserispor, lembrando que os amigos o protegeram "de alguma forma: "Quando iam fazer alguma coisa ilegal, digamos assim, diziam que eu não podia ir porque era jogador; queriam que eu vingasse no mundo do futebol e fosse um grande jogador".
Leia a notícia na íntegra no Record.
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