"Acordei com uma arma apontada à cabeça": Carlos Mané recorda tempos difíceis na Quinta do Mocho

Jogador, atualmente no Kayserispor, recorda situação ocorrida quando já jogava no Sporting.

18 de janeiro de 2025 às 15:50
Carlos Mané Foto: Miguel Barreira
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Carlos Mané cresceu na Quinta do Mocho, bairro problemático na zona de Loures, e são muitas as histórias que recorda desse período. "É sempre difícil crescer num bairro como aquele, porque há coisas que as crianças não podem ver e veem, que ficam marcadas para a vida. Mas essas coisas que vi quando era mais novo ajudaram-me a ser quem sou hoje. Vi amigos a levarem tiros. [Da polícia?] Não, de outros. Já estava no Sporting, tinha 12 anos. Ver um dos meus melhores amigos ser baleado é duro. Felizmente ele está bem, que é o mais importante", começou por contar ao 'Tribuna Expresso' o agora jogador do Kayserispor, lembrando que os amigos o protegeram "de alguma forma: "Quando iam fazer alguma coisa ilegal, digamos assim, diziam que eu não podia ir porque era jogador; queriam que eu vingasse no mundo do futebol e fosse um grande jogador".

Leia a notícia na íntegra no Record.

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