Conjunto encarnado manietou por completo a equipa bracarense e ganhou com naturalidade por 3-1.
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Águia dá prova de força e bate Sp. de Braga
O Benfica deu ontem uma prova de força com um triunfo sobre o Sp. Braga, por 3-1, demonstrando que ainda terá uma palavra a dizer na decisão do título nacional. Para já igualou à condição o Sporting no 2º lugar e está a dois pontos do líder FC Porto.
Os encarnados entraram fortes. Mandões e dispostos a resolver cedo a partida. A pressão alta foi a arma que surpreendeu os minhotos. Uma pressão que desorientou e impossibilitou que os anfitriões tivessem bola e construíssem jogadas de perigo.
Foi uma equipa unida, com laços reforçados pelas recentes polémicas que envolvem o clube. Os jogadores deram um sinal que estão com Rui Vitória. Correram, correram muito. Jonas, Salvio, Cervi e Fejsa foram incansáveis. Foi Jonas que ganhou a bola a Danilo e iniciou a jogada do golo de Salvio, assistido por Cervi.
As águias não levantaram o pé. Os bracarenses sentiram que não mandavam em casa, surpreendidos pela postura agressiva e trabalhadora do Benfica.
Na etapa complementar, continuou a haver mais Benfica. Um cruzamento de Grimaldo foi desviado por Jardel para o poste. Jonas ainda reclamou, bem, um penálti por falta de Rosic. O vídeo-árbitro atuou, reinou o suspense, mas as imagens revelaram que o brasileiro estava em fora de jogo.
O Sp. Braga cresceu, mas Varela chegou para as encomendas. Jonas, imparável, ampliou a vantagem após assistência de André Almeida. No último suspiro, os bracarenses reduziram por Paulinho. O Benfica tremeu, mas não caiu. Jiménez levou Rui Vitória ao desespero, ao falhar um golo cantado. Na segunda ocasião não falhou e fez o 3-1. Triunfo justo.
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Análise do jogo
Positivo: Pressão do Benfica
O Benfica entrou com tudo. Pressionou alto e anulou por completo a zona de construção dos bracarenses. Manietou os criativos e não deixou o adversário jogar. Chegou à vantagem fruto da pressão que criou durante praticamente todo o jogo.
Negativo: Tremedeira com o golo
Este Benfica está forte, mas ainda tem alguns traumas. Foi isso que aconteceu quando sofreu o golo. Estava a vencer por 2-0 e começou a tremer. Sentiu dificuldades, mas valeu o golo de Jiménez para devolver a tranquilidade à equipa.
Arbitragem: Simulação de Varela
Artur Soares Dias esteve mal auxiliado. Alguns foras de jogo escandalosos ficaram por assinalar. Varela devia ter visto um amarelo por simular uma lesão para que Grimaldo trocasse as botas. Vídeo-árbitro ajudou quando Jonas pediu penálti.
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Análise dos jogadores
Salvio - Enorme atuação do argentino. Quase fazia um grande golo aos oito minutos, antes de se isolar e marcar o 1-0. No segundo tempo, deu início ao lance do 3-1. Pulmão inesgotável.
Bruno Varela – Duas grandes defesas e uma hesitação no golo minhoto.
André Almeida – Cumpriu a preceito a nível defensivo. Bela assistência para o 2-0.
Rúben Dias – Alguns cortes defeituosos não apagam a boa exibição do jovem central.
Jardel – Está de volta ao melhor nível. Cabeceamento com perigo ao poste.
Grimaldo – Subidas deram amplitude ao ataque, mas também destaparam a defesa.
Fejsa – Exibição de encher o olho. Não perdeu um único lance dividido e fez dezenas de cortes. Impressionante.
Pizzi – Tentou ser o pêndulo da equipa com inúmeras variações no flanco de jogo.
Krovinovic – Grande disparo aos 34’ e uma mão-cheia de iniciativas com perigo.
Cervi – Outra enorme dor de cabeça para os minhotos. Assistências perfeitas para Salvio e Jiménez.
Jonas – Recuperou a bola que depois deu o 1-0, e ainda marcou o golo da ordem.
Jiménez – Um falhanço incrível e um grande golo.
Samaris – Ajudou no miolo.
Rafa – Sem tempo.
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