Tribunal do trabalho de Turim não aceitou o recurso do clube e o internacional português não terá de devolver os 9,8 milhões de euros relativos aos salários do período da pandemia
Cristiano Ronaldo venceu a batalha judicial com a Juventus que se 'arrastava' desde 2019. De acordo com o jornal italiano 'La Repubblica', o tribunal do trabalho de Turim não aceitou o recurso do clube italiano e o internacional português não terá de devolver os 9,8 milhões de euros relativos aos salários do período da pandemia da covid-19 que a Juventus lhe pagou. Além disso, a vecchia signora terá de pagar 50 mil euros pelos custos judiciais do processo.
Recorde-se que, em abril de 2024, a Juventus foi condenada a pagar 9,8 milhões de euros a Cristiano Ronaldo (acionista da Medialivre, que detém o Correio da Manhã, Record, SÁBADO e o Jornal de Negócios) por salários em atraso que não foram saldados desde os tempos da pandemia, no caso das "manobras salariais" do emblema de Turim nos exercícios de 2020 e 2021. Andrea Agnelli, Fabio Paratici e Pavel Nedved foram acusados de terem apresentado à Serie A os acordos de redução salarial de quatro meses (março, abril, maio e junho de 2020) de 21 jogadores (incluindo Paulo Dybala e Cristiano Ronaldo), mas de não apresentar os acordos de recuperação de três dos quatro meses de salário dispensados (abril, maio, junho de 2020), algo ilegal, pois devia ter sido contabilizado no balanço do ano. Tal permitiu ao clube aliviar a sua situação económica de forma "fictícia" durante a pandemia.
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