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Viagem de Diogo Faria a Budapeste aumenta mistério sobre caso dos emails

Coautor do livro "Polvo Encarnado" esteve em Budapeste já depois da revelação da identidade do pirata informático Rui Pinto.

08 de abril de 2019 às 23:07
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Viagem de Diogo Faria a Budapeste aumenta mistério sobre caso dos emails

Diogo Faria, colaborador do FCP e coautor do livro "Polvo encarnado", de Francisco J. Marques, foi a última testemunha a ser ouvida no processo judicial que opõe azuis e brancos e encarnados, no Tribunal Cível do Porto.

Diogo Faria foi colega de escola de Rui Pinto, o hacker suspeito de ser o autor do ataque ao Benfica.

A 18 de Novembro, Diogo estava em Budapeste. A informação foi dada pelo próprio e serviu para justificar a falta num processo em que era arguido.

Quando esteve na capital da Hungria – onde morava Rui Pinto – já a revista Sábado tinha revelado o nome do pirata informático. A PJ só o apanhou em janeiro quando o pai o foi visitar. Seguiram-no e encontraram Rui Pinto.

No processo que corre no Porto, Diogo Faria nada disse sobre quem lhe deu os mails. Nem tão pouco revelou a coincidência de ter ido passar uns dias à capital onde estava o colega de curso com quem alegadamente não falava desde 2013.

Diogo Faria contou ao juiz que ele e Francisco J. Marques – que é ouvido esta quarta feira – eram os únicos que acediam ao computador onde estavam os conteúdos secretos.

Os ficheiros estavam armazenados fora da rede do FCP. O computador era desligado e servia exclusivamente para guardar aquela informação.

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