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"Jogadores querem acrescentar história": Rui Borges garante equipa confiante para chegar à final da Taça da Liga

Técnico do Sporting teme cansaço da equipa nas próximas semanas.

06 de janeiro de 2026 às 01:30

"Queremos muito disputar o jogo contra uma boa equipa para estarmos na final e, depois sim, conseguirmos vencer a competição. Jogadores querem é ganhar e não se cansam disso. Querem acrescentar história, continuar na história do Sporting", disse Rui Borges na antevisão da meia-final da Taça da Liga entre Sporting e V. Guimarães.

O técnico leonino recusa "orgulho ferido" devido à derrota na temporada passada no jogo decisivo diante do Benfica: "Não, tem a ver com a ambição da equipa. No ano passado perdemos nos penáltis, é algo muito específico. Não fomos muito competentes nisso. De resto, queremos é estar nas finais. Estivemos nelas na época passada e não conseguimos ganhar todas. O futebol é isso. É seguir, levantar e voltar a lutar". 

Os erros de arbitragem voltaram a estar em cima da mesa na conferência de imprensa, mas o técnico preferiu não se alongar sobre o assunto. "Todos erram. Jogadores, treinadores, árbitros. Faz parte. Sou daqueles que acredita sempre na parte boa das coisas. Espero, e volto a dizer, que o ruído não se faça sentir e que se valorize mais o futebol português, o nosso campeonato. Tenho visto que só a mim é que me perguntam no final dos jogos se vi os lances duvidosos", salientou o treinador.

Treinador quer evitar ruído sobre erros da arbitragem

Sobre o V. Guimarães, Borges reconheceu que vai ter pela frente um rival difícil que quer conquistar o troféu pela primeira vez. "Será diferente do jogo do campeonato. É um jogo a eliminar e o Vitória vai querer disputar a final da Allianz Cup, ganhar um troféu, até pela massa associativa e grandeza do clube. Será um jogo muito competitivo e diferente. Foi a única equipa que ganhou ao FC Porto internamente", disse o treinador, alertando para o cansaço que os seus jogadores vão enfrentar nas próximas semanas. "Acaba por haver sobrecarga que pode tornar-se perigosa. Entra se calhar num espaço que não controlamos tão bem, das lesões musculares. É esperar que haja mais soluções, que volte a malta que está de fora." 

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