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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Queiroz ganha de autogolo

Jogo de grande luta com uma entrada ‘louca’ de Marrocos.

16 de junho de 2018 às 01:30

O Irão de Carlos Queiroz sobreviveu esta sexta-feira a uma tentativa de atropelamento, que durou 30 minutos, por parte de um Marrocos com a vertigem do ataque. Os iranianos, por vezes conflituosos, travaram os rivais à falta, perante um monólogo sufocante com três oportunidades nos primeiros quatro minutos! Mas o Irão soube respirar. Equilibrou a partir dos 20’ e ganhou de forma fortuita com um incrível autogolo de cabeça do avançado Bouhaddouz, aos 90’+5.

A primeira parte foi de grande luta. Marrocos massacrou mas já se queixava de doença diagnosticada (não sabe defender ataques rápidos) quando o Irão teve a melhor oportunidade, aos 43’, com um heroico Monir El Kajoui a defender dois remates à queima.

O nulo castigava o desatino dos avançados. A 2ª parte foi a mesma ‘guerra’. Beiranvand salvou o Irão aos 80’ e o golpe de teatro chegou perto do fim dos 6 minutos de compensação. O jogo que ambas as equipas tinham de ganhar caiu para o Irão. A equipa de Queiroz não fez um remate nos segundos 45’ mas lucrou do autogolo do avançado entrado aos 76’ e que resolveu errado.

Queiroz saiu a sorrir de um jogo de grande desgaste entre seleções de países de relações diplomáticas cortadas (Marrocos acusa o Irão de armar e financiar a Frente Polisário). O Irão regressou ao hotel ainda com mais vontade de celebrar o fim do Ramadão.

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