Quarenta imóveis vendidos em leilão

A leiloeira Euro Estates levou ontem à praça, em Lisboa, 60 imóveis, dos quais foram licitados 40 pelo valor total de mais de 2,3 milhões de euros.

11 de fevereiro de 2007 às 00:00
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O lote 19, uma moradia no concelho do Cadaval, foi o que mais se valorizou: do preço de saída de 30 mil euros, foram feitos lances até aos 38 500 euros (progressão de 28,33 por cento).

A outra moradia arrematada, sita na Lourinhã, o pregoeiro Pedro Belo levou-a à praça por 69 mil euros e houve várias licitações até ao total de 80 mil euros, mais 16 por cento.

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Também boa valorização aconteceu na disputa por um apartamento T 2, na freguesia da Baixa da Banheira, concelho da Moita, que foi colocado em leilão por 40 mil euros e atingiu os 48 mil euros (avanço de 20 por cento).

Dos 40 imóveis leiloados, incluídas duas lojas, 21 ficaram sem variação relativamente ao valor de base de licitação.

Este foi o primeiro leilão de casas da Euro Estates em 2007, ano em que a empresa espera aumentar as vendas. Diogo Pitta Livério, director comercial da Euro Estates, declarou ao Correio da Manhã que a empresa vai fazer mais leilões, porque “têm um grande potencial de crescimento e vantagens, tanto do ponto de vista do vendedor como do comprador do imóvel”.

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Segundo o mesmo responsável, os leilões imobiliários têm contribuído para a “correcção ou nivelação de valores do mercado”, visto que “o leilão é a forma justa para a compra de uma fracção”. Diogo Pitta Livério lembrou que “é o cliente quem decide o valor pelo qual está disposto a comprar um determinado bem imóvel”. Acrescentou que este novo canal de venda de residências, lojas e armazéns “tem crescido de forma exponencial. No início, houve que vencer algumas barreiras, tanto ao nível do desconhecimento como da desconfiança. Hoje, tanto o particular como o investidor contactam-nos diariamente para comprar e vender imóveis”.

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