Reforma laboral continua em suspenso à espera de acordo

Nova reunião chega ao fim apenas com metade dos pontos discutidos. Vai ser marcado novo encontro.

17 de março de 2026 às 01:30
Maria do Rosário Palma Ramalho, ministra do Trabalho e da Segurança Social Foto: Pedro Catarino
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O governo e os parceiros sociais vão, mais uma vez, voltar a reunir-se já que apesar das boas vontades não foi possível fechar, esta segunda-feira, um acordo sobre a reforma laboral. Se as declarações no final do encontro, terão sido tratados apenas  metade dos pontos em desacordo apesar da UGT e dos representantes dos patrões terem reconhecido que "todos fizeram um esforço". À porta, ficou a GCTP que se apresentou no Ministério do Trabalho para um a reunião para a qual não foi convocada.  

Os patrões saíram mais otimistas da reunião desta segunda-feira salientando a disponibilidade demonstrada pela UGT que, por sua vez,  também admitiu que "houve mais vontade negocial", como afirmou o secretário-geral da central sindical, Mário Mourão. No final da 50º reunião, e após quatro horas, governo e parceiros sociais fizeram questão de salientar que este novo encontro, após a rutura negocial, foi uma resposta ao apelo do novo presidente da República.

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"Parece haver uma disponibilidade maior de nos entendermos", afirmou o presidente da CIP, Armindo Monteiro, confirmando o que o presidente da CAP, Alvaro Mendonça e Moura, tinha reconhecendo minutos antes, ou seja, que "há boa vontade". Para João Vieira Lopes, da  Confederação do Comércio e Turismo, João Vieira Lopes, "há condições para um acordo". 

"Se houver acordo, passa a proposta de lei", afirmou a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Ramalho, esclarecendo que caso não cheguem a acordo o governo vai integrar integrar os contributos e enriquecer o seu projeto inicial. 

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