Supervisor quer travar apoio à defesa de Tomás Correia
Banco de Portugal pediu ao Montepio informação detalhada sobre a deliberação, tomada na Assembleia Geral de 16 de março de 2018.
O Banco de Portugal pediu ao Montepio informação detalhada sobre a deliberação, tomada na Assembleia Geral (AG) de 16 de março de 2018, segundo a qual é da responsabilidade do banco pagar as custas judiciais dos processos dos ex-gestores. A defesa de Tomás Correia já custou à instituição um milhão de euros, segundo o ‘Público’.
O regulador quer saber, por exemplo, se há fundamento jurídico para que seja a AG a decidir se é o banco, cujo dono é a Associação Mutualista Montepio, gerida por Tomás Correia, a suportar as custas judiciais de ex-gestores. Perante as justificações da administração do Montepio, o regulador pode decidir anular a deliberação.
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