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Banco de Portugal fez 155 ações de cooperação em 2025, com 75% das iniciativas na lusofonia

No que diz respeito à taxa de execução do Plano de Cooperação, melhorou de 74%, em 2024, para 86% no ano passado, tendo sido realizadas 107 das 125 ações inicialmente planeadas.

08 de maio de 2026 às 17:06

O Banco de Portugal realizou 155 ações de cooperação em 2025, menos duas que em 2024, e aumentou em 33% os custos imputados à cooperação, com 75% das ações a terem como parceiros os bancos centrais lusófonos.

"O Banco de Portugal manteve um nível elevado de atividade de cooperação técnica em 2025, realizando 155 ações, ligeiramente aquém do registado em 2024 (157 ações), mas acompanhado de um aumento dos recursos envolvidos; o número de dias úteis afetos pelos colaboradores do Banco à atividade subiu para 1.591 (face a 1.536 em 2024) e os custos imputados ao orçamento da cooperação cresceram 33%", lê-se no Relatório Anual da Atividade de Cooperação.

O aumento de 33% no valor não divulgado pelo Banco de Portugal "reflete uma maior proporção de iniciativas presenciais, a crescente complexidade técnica das ações realizadas e o impacto de iniciativas estruturantes, como o regresso do Encontro de Lisboa a Portugal e o desenvolvimento do programa de cooperação do Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC) com África", explica-se no documento.

"Os Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa (BCPLP) reafirmaram a sua posição como principais parceiros de cooperação, abrangendo 75% das ações realizadas em 2025; nas iniciativas bilaterais, destacaram-se Cabo Verde (com 25 ações), Angola (16 ações), Moçambique (14 ações) e São Tomé e Príncipe (13 ações)", aponta-se no documento disponibilizado esta tarde no 'site' do regulador financeiro português.

No que diz respeito à taxa de execução do Plano de Cooperação, melhorou de 74%, em 2024, para 86% no ano passado, tendo sido realizadas 107 das 125 ações inicialmente planeadas, mas "as 18 ações canceladas foram amplamente compensadas pela realização de 48 ações não previstas no Plano, evidenciando a disponibilidade e a capacidade de resposta do Banco a solicitações adicionais e a oportunidades de cooperação surgidas ao longo do ano", lê-se ainda no relatório.

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