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Turismo de cruzeiros gera 940 milhões de euros em Portugal em 2025 e número de passageiros cresce 7%

No mercado europeu, o setor aproximou-se dos nove milhões de passageiros, sendo o Mediterrâneo o destino mais procurado.

27 de abril de 2026 às 11:29

O turismo de cruzeiros em Portugal gerou 940 milhões de euros em 2025, sustentando 9.800 postos de trabalho, num ano em que o número de passageiros nacionais cresceu mais de 7%, segundo a Cruise Lines International Association (CLIA).

De acordo com a informação divulgada esta segunda-feira, o número de passageiros nacionais aumentou 7,3% em 2025, quando cerca de 80 mil portugueses optaram por este tipo de férias, o que confirma a tendência de subida da procura por viagens de cruzeiro, dizem, tanto em Portugal como no conjunto da Europa.

No mercado europeu, o setor aproximou-se dos nove milhões de passageiros, sendo o Mediterrâneo o destino mais procurado, concentrando cerca de 45% da procura, seguido de outras regiões como Caraíbas, Bahamas e Bermudas.

Em Portugal, o impacto económico do turismo de cruzeiros atingiu os 940 milhões de euros em 2025, contribuindo com 410 milhões de euros para o Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo os dados divulgados, a maior fatia da contribuição para o PIB resulta das compras efetuadas pelas companhias de cruzeiros no país, que totalizaram 174 milhões de euros, equivalentes a 42% do impacto direto da indústria.

Já os gastos de passageiros e tripulações ascenderam a 150 milhões de euros, com reflexos no comércio local.

O perfil do passageiro português mantém-se estável, com uma idade média de 48 anos e viagens com duração média de oito dias.

A CLIA destacou ainda que o crescimento do setor na Europa continua a beneficiar as economias locais, com 64% dos passageiros a pernoitarem nas cidades portuárias e cerca de 70% a participarem em excursões em terra.

Além disso, cerca de 60% dos viajantes regressa posteriormente a destinos inicialmente visitados em cruzeiro.

Citado no comunicado, o diretor-executivo da CLIA Europa, Nikos Mertzanidis, sublinhou que as viagens de cruzeiro “servem para descobrir destinos e criar ligações duradouras”, contribuindo para um turismo “previsível e altamente organizado”, com impacto prolongado nas economias locais.

A associação referiu ainda que o setor continua a investir na renovação da frota e na transição energética, com 57% dos novos navios encomendados equipados com motores multifuel, operados com diferentes tipos de combustíveis.

Para 2026, está prevista a entrada em operação de oito novos navios, representando um investimento de 6,6 mil milhões de dólares (cerca de 5,6 mil milhões de euros).

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