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Uso de cartões trava comissões na Caixa

Além do banco público, também o BPI, Novo Banco e Eurobic subiram preços.

29 de agosto de 2017 às 16:38

A domiciliação do salário já não garante, na CGD, a isenção dos custos de manutenção das contas à ordem. O banco público exige agora também a utilização de cartões de débito e de crédito, pelo menos de três em três meses, para não cobrar taxa aos clientes. Sem estas condições, os clientes terão em alternativa de aderir a uma das três contas que o banco disponibiliza, com custos fixos a partir de 31,20 euros, para reduzir encargos.

A utilização dos cartões, que têm custos anuais a partir de 30 euros, é praticamente a única forma de escapar ao pagamento de comissões no banco público, a partir de dia 1 de setembro. A isenção contempla ainda reformados e contas com um único titular até 25 anos. Com exceção destes, todos os clientes passam a pagar.

Se nada comunicarem à CGD, os serviços são cobrados individualmente, desde as transferências online aos cartões bancários. Aliás, uma simples conta com cartão de débito passa a custar por ano 80,52 euros. Mas se optarem por uma das três contas criadas pelo banco público (S, M ou L) terão acesso a pacotes de serviços, com descontos "entre 46,3% a 51,6%", diz ao CM fonte da CGD. A adesão pode ser feita em qualquer momento e o custo é mensal.

A Caixa não foi o única a subir comissões: Novo Banco, BPI e EuroBic aumentaram preços.

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