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Paquistão facilita regresso de tripulantes de navio iraniano apreendido pelos EUA

Marinheiros, que estavam detidos no navio porta-contentores Touska, chegaram de avião a Islamabad no domingo à noite e serão esta segunda-feira entregues às autoridades iranianas.

04 de maio de 2026 às 10:53

O Paquistão interveio para facilitar o regresso ao Irão de 22 tripulantes de um navio cargueiro iraniano apreendido pelos Estados Unidos no golfo de Omã, uma "medida de construção de confiança" num delicado processo diplomático.

Os marinheiros, que estavam detidos no navio porta-contentores Touska, apreendido pela Marinha norte-americana no golfo de Omã, chegaram de avião a Islamabad no domingo à noite e serão esta segunda-feira entregues às autoridades iranianas, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros paquistanês em um comunicado.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou em 20 de abril que a Marinha norte-americana tinha disparado contra o Touska, um navio de bandeira iraniana sujeito às sanções do Departamento do Tesouro dos EUA, no Golfo de Omã e assumido o controlo da embarcação.

O navio "tentou romper o nosso bloqueio marítimo e pagou o preço", afirmou Trump na sua rede social, Truth Social. O Irão pediu à ONU que condenasse a apreensão do Touska, considerando-a um ato de "pirataria" e uma "clara violação" do cessar-fogo entre Teerão e Washington.

O Paquistão está a tentar mediar o conflito entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra no Médio Oriente, que começou em 28 de fevereiro com ataques israelitas e norte-americanos em território iraniano.

A transferência da tripulação foi realizada em coordenação com as duas partes, indicou o Paquistão. O navio, que regressará às águas paquistanesas, será devolvido aos seus proprietários após as reparações, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão.

O Paquistão prometeu "continuar os seus esforços para facilitar o diálogo e a diplomacia" de forma a promover a "paz e a estabilidade".

Donald Trump anunciou uma operação a partir desta segunda-feira para libertar navios que estão retidos no golfo Pérsico há dois meses, mas o comando militar iraniano avisou que iria atacar as Forças Armadas norte-americanas nesse caso.

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