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Criança cega de 6 anos agredida por colegas em escola de Setúbal

Denúncia nas redes sociais por associação que a apoia.

04 de maio de 2026 às 12:02

Uma criança cega de 6 anos terá sido agredida por colegas durante a hora de almoço, na quinta-feira passada, na Escola Básica da Azeda, em Setúbal, denunciou a SerEspecial (Associação de Apoio a Famílias de Crianças e Jovens com Necessidades Especiais), que apoia o menino em causa.

Segundo a mesma associação, "a agressão terá começado com um primeiro aluno a desferir murros e pontapés nas costas e nas pernas da vítima, alegadamente sem motivo aparente". "Já caída no chão e impossibilitada de se levantar, a criança terá sido rodeada por mais seis colegas, também do pré-escolar (com idades entre os 5 e os 7 anos), que continuaram as agressões durante vários minutos", descreve a mesma fonte.

A SerEspecial acrescenta, numa publicação nas redes sociais, que a vítima "terá pedido ajuda repetidamente, sem que nenhum adulto tenha intervindo de imediato". "Segundo os relatos, apenas duas crianças, também de seis anos, terão tentado prestar auxílio. A situação só terá sido interrompida quando uma auxiliar de ação educativa se apercebeu de um ajuntamento de alunos e se aproximou, conseguindo fazer cessar as agressões", afirma.

Os pais das crianças envolvidas terão sido informados em momentos distintos: os dos alegados agressores "terão sido contactados pouco depois do incidente"; os da criança agredida "apenas terão tido conhecimento do sucedido através de terceiros, já no momento em que se deslocavam à escola para a recolher, cerca das 16h00".

"Segundo fontes próximas da família, não se trata da primeira ocorrência de agressões físicas à mesma criança, embora nunca com esta gravidade. É ainda referido que os agressores terão evitado falar durante o ataque, cientes de que a vítima os identifica sobretudo pela voz", assinala a SerEspecial.

"Apesar de não apresentar ferimentos físicos graves, a criança encontra-se emocionalmente abalada e manifesta recusa em regressar à escola. A SerEspecial já contactou as entidades competentes que se comprometeram a averiguar o sucedido e tomar as necessárias e adequadas medidas", conclui.

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