Programa da posse de António José Seguro prossegue esta terça-feira em Arganil, Guimarães e Porto
Sessão solene da tomada de posse do novo Presidente da República aconteceu, esta segunda-feira, na Assembleia da República.
O programa da posse de António José Seguro como Presidente da República prossegue esta terça-feira em Arganil, Guimarães e Porto, depois das cerimónias oficiais de segunda-feira, primeiro dia do seu mandato.
Às 11h00, o novo Presidente da República irá à aldeia de Mourísia, no concelho de Arganil, distrito de Coimbra, que esteve cercada por chamas em 2025, e que visitou no verão passado -- incluindo desta forma o interior no programa alargado da sua posse.
De tarde, pelas 16h00, António José Seguro fará uma visita ao Laboratório da Paisagem de Guimarães -- Associação para a Promoção do Desenvolvimento Sustentável, fundada pela Câmara Municipal de Guimarães, pela Universidade do Minho e pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Nesta iniciativa em Guimarães, que é Capital Verde Europeia em 2026, estarão presentes a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Araújo.
O programa termina no Porto, com uma receção no Salão Nobre dos Paços do Concelho pelo presidente da Câmara Municipal, Pedro Duarte, com intervenções do autarca e do chefe de Estado, e um concerto na Casa da Música, com atuações da Orquestra Juvenil da Bonjóia e de Pedro Abrunhosa.
António José Seguro, antigo secretário-geral do PS, foi eleito na segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, com mais de 3,5 milhões de votos, um número recorde, correspondentes a 66,84% dos votos expressos, contra André Ventura, presidente do Chega.
Na segunda-feira, na sessão solene em que tomou, no parlamento, prometeu ser o "Presidente de Portugal inteiro" e estar "próximo das pessoas", ouvindo as suas preocupações, "atento às desigualdades e comprometido com a justiça social e a dignidade humana".
Em defesa da estabilidade política, António José Seguro afirmou que tudo fará para estancar o "frenesim eleitoral" do passado recente com "ciclos eleitorais de dois em dois anos", e pediu aos partidos com representação parlamentar "um compromisso político claro" pela estabilidade.
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