Seguro avisa que "não basta ter o voto no coração e na cabeça" e apela a que os eleitores vão às urnas no próximo domingo

"Só serei presidente se a maioria dos portugueses votarem em mim. Tenho essa confiança, muita confiança", afirmou o candidato.

16 de janeiro de 2026 às 10:30
António José Seguro em campanha eleitoral Foto: Rui Minderico
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O candidato presidencial António José Seguro alertou esta sexta-feira que "não basta ter o voto no coração e na cabeça", mas é necessário as pessoas irem votar em si no domingo, alertando que nada está ganho.

"Não basta terem o voto no coração e na cabeça. É necessário irem pôr a cruzinha no quadrado à frente da fotografia do Seguro", disse hoje aos jornalistas à chegada do mercado e feira de Vila do Conde, no distrito do Porto.

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Afirmando que as pessoas já lhe fazem sugestões para a Presidência da República, Seguro vincou que é necessário que a "simpatia" e "esperança" seja "concretizada e que cada portuguesa e cada português vá votar no próximo domingo".

"Só serei presidente se a maioria dos portugueses votarem em mim. Tenho essa confiança, muita confiança", afirmou.

Questionado sobre se espera declarações dos candidatos à esquerda semelhantes às de Jorge Pinto ou se esperava algum "telefonema ou surpresa" hoje, negou, garantindo ser igual a si próprio.

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"Cada candidato faz o que entende. Da minha parte, eu faço aquilo que devo, que é falar com os portugueses", dizendo depois que avançou com a sua candidatura em 15 de junho por sentir convicção e que podia servir o país como Presidente da República.

"Tenho um perfil de diálogo, sou firme nos meus valores e nos meus princípios, sou leal à Constituição da República Portuguesa, não gosto de muitas coisas que vejo, em particular na saúde, onde há gente a sofrer sem necessidade, e venho com muita convicção e muita firmeza para melhorar o que está bem e mudar muito o que está mal", assinalou.

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