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Catarina não trava fuga de votos do BE

Catarina Martins não atingiu sequer mínimos para subvenção. Diz que continua a trabalhar para uma mulher chegar a Belém.

19 de janeiro de 2026 às 01:30

Fazendo fé nas palavras do novo coordenador do BE, José Manuel Pureza, na reta final da campanha eleitoral, de que o resultado de Catarina Martins nas presidenciais seria “importante” para o futuro do partido, ninguém terá tido ontem um sono tranquilo na sede da Rua da Palma.

O resultado de Catarina Martins, antiga líder do partido, voltou a confirmar a fuga de votos do BE; e o facto de ter tido menos de 5% não garante subvenção estatal e pode resultar noutra dor de cabeça para as contas do partido.

A candidata até poderia lamentar o voto útil em António José Seguro, mas terminou a noite a saudar “aqueles que concordam com ela, mas acabaram por votar” no candidato apoiado pelo PS - que agora apoia na 2.ª volta (ver caixa).

Admitindo que o resultado fica “muito abaixo” do que esperava - “e pelo qual lutei” -, Catarina Martins considerou que a sua campanha contribuiu para “quebrar tabus”, como o facto de “uma mulher não poder ser Presidente da República”. “Continuarei a trabalhar para quebrar esses tabus”, disse. A carreira política segue como eurodeputada.

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