Ataque russo em Lviv faz pelo menos sete mortos

Oito pessoas ficaram feridas.

18 de abril de 2022 às 09:36
Ataque russo em Lviv Foto: Reuters
Ataque russo em Lviv Foto: Reuters
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Ataque russo em Lviv Foto: Reuters

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Os ataques russos em território ucraniano continuam e, na manhã desta segunda-feira, Maksym Kozystkiy, Governador de Lviv, disse que sete pessoas morreram e oito ficaram feridas num ataque com mísseis na região.Também o presidente da Câmara de Kiev, Andriy Sadovy, revelou que as tropas inimigas dispararam cinco mísseis. Há relatos de várias explosões ouvidas nas últimas horas.

O presidente ucraniano já oficializou o pedido de adesão à União Europeia e, neste momento, "a bola já está do lado dos Estados-membros da UE", revela Ihor Zhovkva, vice-chefe do gabinete do presidente Zelensky. 

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Há dez dias, quando Ursula von der Leyen esteve em Kiev, entregou o documento que oficializa o pedido de adesão a Volodymyr Zelensky e garantiu que o processo avançará muito mais rápido do que o habitual.

O presidente ucraniano tem discursado em diversos parlamentos europeus e vários presidentes já visitaram o país em sinal de apoio. Zelensky deixou o convite ao presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, depois de o primeiro-ministro britânico ter feito uma visita surpresa a Kiev na semana passada.

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Nos últimos quatro dias morreram 18 pessoas e outras 106 ficaram feridas na sequência dos bombardeamentos russos em Kharkiv, um "terror deliberado" segundo o presidente ucraniano. Zelensky disse que nas regiões de Kherson e Zaporizhzhia estão a ser construídas câmaras de tortura e que as tropas russas estão a sequestrar representantes de autoridades locais (ou pessoas com visibilidade local) e a chantagear professores.

Há dez dias, quando Ursula von der Leyen esteve em Kiev, entregou o documento que oficializa o pedido de adesão a Volodymyr Zelensky e garantiu que o processo avançará muito mais rápido do que o habitual.

O presidente ucraniano tem discursado em diversos parlamentos europeus e vários presidentes já visitaram o país em sinal de apoio. Zelensky deixou o convite ao presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, depois de o primeiro-ministro britânico ter feito uma visita surpresa a Kiev na semana passada.

Nos últimos quatro dias morreram 18 pessoas e outras 106 ficaram feridas na sequência dos bombardeamentos russos em Kharkiv, um "terror deliberado" segundo o presidente ucraniano. Zelensky disse que nas regiões de Kherson e Zaporizhzhia estão a ser construídas câmaras de tortura e que as tropas russas estão a sequestrar representantes de autoridades locais (ou pessoas com visibilidade local) e a chantagear professores.

As forças ucranianas continuam a resistir na cidade de Mariupol e recusam render-se, garantiu o primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmyhal, à ABCAs entradas e saídas da cidade foram proibidas já a partir desta segunda-feira pelas forças militares russas. Petro Andriushchenko, assessor do presidente da Câmara de Mariupol, escreveu no Telegram que as tropas russas começaram a emitir passes para a circulação em Mariupol e terão até publicado uma fotografia que mostra "centenas" de moradores a fazer fila para os passes.

Em Lugansk, na zona leste da Ucrânia, o líder militar pediu aos cidadãos que deixem o local imediatamente porque "esta pode ser a última oportunidade que temos para vos dizer que se salvem".

Até ao momento, quase cinco milhões de ucranianos fugiram da guerra e deixaram o país devido à invasão russa.

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