Estudou Lisboa e sobre ela fez a sua obra.
Especializou-se em História da Arte e dedicou-se sobretudo à cidade de Lisboa.
Dizia ser, aliás, primeiro olisipógrafo – a palavra que resume quem estuda o desenvolvimento histórico e urbanístico da capital – e só depois historiador de arte.
Ficou também profundamente ligado ao planeamento e à concretização da ‘Expo 98’, tendo dado o nome às ruas do Parque das Nações.
Morreu em casa, em Lisboa, vítima de um cancro no fígado.
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