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Saber mais sobre:Francisco Esperanca

‘Casa dos horrores’ penhorada pelo BCP

A casa onde, passa hoje um ano, o ex-bancário Francisco Esperança, de 59 anos, matou a golpes de catana a mulher, Benvinda, de 53, a filha, Cátia, de 28, e a neta, Maria, de apenas quatro, em Beja, deverá ser alvo nos próximos meses de um processo executivo com vista à sua penhora pelo Banco Comercial Português, que desde 27 de março de 2003 tem a hipoteca do 1º andar do imóvel no número 15 da rua de Moçambique.

08 de fevereiro de 2013 às 01:00

Ex-combatentes são agressores

Em muitos casos de violência doméstica, que ocorrem por vezes com desfecho fatal, o agressor é um antigo combatente do Ultramar que sofre de stress pós- -traumático. Esta doença mental afecta 58 mil ex-militares, mas só dois mil são acompanhados pelos serviços de saúde. Destes, poucos estão em tratamento, porque a maioria não tem dinheiro para comprar os medicamentos, que podem custar 200 euros por mês. A falta de medicação leva à descompensação da doença, que desencadeia reacções violentas dirigidas a qualquer pessoa, mesmo por motivos sem importância.

09 de dezembro de 2012 às 01:00

Crimes do monstro de Beja sem relatório de autópsia

Passados seis meses do triplo homicídio em Beja e do suicídio de Francisco Esperança, assassino confesso da mulher, filha e neta, o Ministério Público ainda não arquivou o inquérito – à espera dos relatórios de autópsias. <br/><br/>

07 de agosto de 2012 às 01:00

Moradia de monstro está ao abandono

Mais de cinco meses depois do triplo homicídio ocorrido em Beja, em Fevereiro, a casa onde Francisco Esperança assassinou a mulher, Benvinda, de 52 anos, a filha Cátia, de 28, e a neta, Maria, de 4, à catanada, encontra-se ao abandono. Sem interessados está, também, a carrinha do homicida, da marca Mercedes. Estacionada no quintal da ‘casa dos horrores’, a viatura encontra-se já rodeada de ervas daninhas, algumas das quais com quase um metro de altura.

18 de julho de 2012 às 01:00

Beja: Prisões arquivam inquérito

A Direcção-Geral dos Serviços Prisionais arquivou o inquérito aberto a 17 de Fevereiro na sequência do suicídio, no Estabelecimento Prisional de Lisboa, de Francisco Esperança, o homicida confesso da mulher, filha e neta, em Beja. Concluiu-se que "não houve acto imputável a qualquer funcionário que pudesse indiciar responsabilidade disciplinar ou outra".<br/>

04 de abril de 2012 às 01:09

Beja: Inquérito à morte de triplo homicida arquivado

A Direcção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) arquivou o inquérito aberto na sequência do suicídio no Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL) do homicida confesso da mulher, filha e neta, Francisco Esperança, em Beja, revelou esta terça-feira à Lusa fonte da DGSP.

03 de abril de 2012 às 18:10

Barómetro CM: Liderança do PS é fruto da má governação da AD?

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