Cimeira do G7 admitiu uso de reservas estratégicas de petróleo

Ministros do G7 reunidos em Paris disseram que as medidas vão ser aplicadas em coordenação com a Agência Internacional de Energia Atómica.

11 de março de 2026 às 08:49
Plataforma industrial de petróleo e gás Foto: Getty Images
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Os ministros da Energia do G7, admitiram, esta quarta-feira, utilizar as reservas estratégicas de petróleo para fazer face à volatilidade dos preços da energia provocada pela guerra no Médio Oriente.

Os ministros do G7 reunidos em Paris disseram que as medidas vão ser aplicadas em coordenação com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

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"Apoiamos, em princípio, a implementação de medidas proativas para lidar com a situação, incluindo a utilização de reservas estratégicas", declararam os ministros da energia do G7 num comunicado conjunto divulgado esta quarta-feira.

Segundo o jornal norte-americano Wall Street Journal, a AIEA propôs a utilização sem precedentes das reservas estratégicas de petróleo para conter a escalada dos preços.

O grupo dos sete países mais industrializados do mundo é constituído pelos Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá.

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Entretanto, o ministro da Economia do Governo de Paris disse à Agência France Presse que a cimeira que decorre em Paris vai continuar a debater o assunto durante esta quarta-feira.

A subida do preço do petróleo foi provocada pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra Teerão no final do mês de fevereiro.

O Irão respondeu aos ataques visando Israel e alvos dos Estados Unidos na região.

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A cotação do barril do petróleo Brent para entrega em maio mantinha-se esta quarta-feira de manhã no mercado de futuros de Londres estável face ao encerramento, com uma ligeira variação, subindo 0,33% para 88 dólares.

De acordo com os dados de mercado recolhidos pela agência de notícias espanhola EFE, às 07h00 desta quarta-feira (06h00 hora de Lisboa), o Brent, a referência europeia para o crude, subia 0,33% para 88,07 dólares.

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