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França prevê reunião do G7 na próxima semana para discutir guerra no Médio Oriente

Governante explicou que a intenção é "deixar passar uma semana, ver como evolui o conflito, ver como evoluem os mercados".

04 de março de 2026 às 09:13

A França prevê organizar na próxima semana uma reunião dos ministros das Finanças do G7 sob a presidência francesa, que também reunirá os banqueiros centrais, anunciou o ministro francês da Economia e das Finanças, Roland Lescure.

"Falei com todos, nomeadamente com Scott Bessent, que é o secretário de Estado do Tesouro americano, e concordámos em organizar uma reunião que será, sem dúvida, no início da próxima semana", declarou à Franceinfo.

O governante acrescentou ainda que a intenção é "deixar passar uma semana, ver como evolui o conflito, ver como evoluem os mercados", uma vez que os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais também estarão presentes.

Durante esta reunião -- disse -, "primeiro vamos ouvir o que vem do terreno, das empresas, dos economistas nestas diferentes zonas do mundo".

"A ideia é poder trocar ideias sobre o estado da situação, para que possamos avaliar as respostas necessárias, se for necessário. Num conflito que hoje é local numa região, mas que tem repercussões globais, é óbvio que temos de nos coordenar", precisou.

A França preside este ano o G7, que inclui os Estados Unidos, Japão, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha e Itália.

Uma primeira reunião do G7 Finanças sob a presidência francesa foi realizada por videoconferência no passado dia 27 de janeiro.

A guerra no Médio Oriente provocou nos últimos dias uma queda acentuada dos mercados bolsistas, particularmente na Europa e na Ásia.

Desde o início da semana, o índice de referência francês CAC 40 perdeu mais de 5%, o seu equivalente alemão, o Dax, caiu quase 6% e o FTSE 100, de Londres, quase 4%.

Os investidores estão preocupados com o forte aumento do preço dos hidrocarbonetos, devido às perturbações no abastecimento através do Estreito de Ormuz, por onde transitam cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) mundial.

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