Começa na Argentina uma greve geral contra reformas laborais do Presidente Milei
CGT prometeu que o impacto da greve será forte, prevendo que os comboios, autocarros, aeroportos, portos, bancos e funcionalismo público fiquem paralisados ou operem com capacidade reduzida.
Começou esta quinta-feira na Argentina a quarta greve geral desde que o Presidente ultraliberal Javier Milei tomou posse, numa altura em que a câmara baixa do parlamento analisava uma reforma laboral já aprovada pelo Senado.
A greve geral, convocada pela CGT, a principal central sindical do país, começou à meia-noite (03:00 em Lisboa), e está prevista durar 24 horas.
A CGT prometeu que o impacto da greve será forte, prevendo que os comboios, autocarros, aeroportos, portos, bancos e funcionalismo público fiquem paralisados ou operem com capacidade reduzida.
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