Ex-assessor de Theresa May investigado por escândalo sexual

Edward Griffiths enviou milhares de mensagens sexuais a duas empregadas de bar.

08 de outubro de 2018 às 09:44
Griffiths deixou o governo em julho e agora pode perder o lugar de deputado Foto: Direitos Reservados
Andrew Griffiths Foto: Twitter
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O deputado conservador Andrew Griffiths, antigo chefe de gabinete da PM Theresa May, está em risco de perder o assento parlamentar se uma comissão de inquérito provar que violou as regras de conduta ao enviar duas mil mensagens de texto de índole sexual a duas empregadas de bar.

Nas mensagens, enviadas semanas depois de a sua mulher, Kate, ter tido o primeiro filho de ambos, Griffiths descreve fantasias violentas e oferece dinheiro às empregadas de bar por fotografias explíticas.

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Deputado por Burton, Griffiths, de 47 anos, deixou o governo em julho por causa do caso das sms e tinha, antes, sido investigado por assediar uma vereadora local. Deneice Florence-Jukest acusou o deputado em 2016, depois de este lhe tocar num joelho e lhe agarrar a cintura durante um baile de angariação de fundos.

Deneice acabaria por abandonar o partido, insatisfeita com a investigação, que deixou Griffiths impune.

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Agora, reagindo às novas acusações, Deneice sugere ao deputado que não se recandidate sem revelar aos eleitores as mensagens sexuais, "a bem da transparência".

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