Rope jumping: a modalidade radical onde uma jovem de 21 anos morreu após ser lançada sem corda
Desporto radical exige sistemas complexos de ancoragem e segurança.
Maria Eduarda de Freitas, de 21 anos, morreu no passado sábado após ser lançada sem corda durante um salto em Limeira, São Paulo, no Brasil. A jovem decidiu praticar 'Rope jumping', uma modalidade radical pouco conhecida e muitas vezes confundida com 'Bungee Jumping'.
No 'Rope Jumping', o praticante salta de locais como pontes, viadutos ou prédios, preso a cordas de escalada que estão conectadas com um sistema de ancoragem. O objetivo é transformar quem salta num "pêndulo humano", sempre com um planeamento prévio exigente relacionado com cálculos de altura, resistência dos equipamentos e posicionamento de pontos de ancoragem. No 'Bungee Jumping' são utilizadas cordas elásticas.
Maria Freitas foi lançada da Ponte do Esqueleto, uma estrutura que está desativada a veículos há 30 anos, tem cerca de 40 metros de altura e é conhecida por acolher atividades radicais.
Em abril de 2024, Kelly Stefani de Oliveira Alves, uma ciclista de 39 anos, morreu após cair da ponte.
Recorde-se que a morte de Maria Eduarda chocou o Brasil e o mundo. Vários vídeos foram partilhados nas redes sociais onde se vê a jovem a ser atirada por três homens que se esqueceram de lhe colocar a corda. Maria teve morte imediata.
??BRASIL: Mulher morre após cair de 40 metros durante salto de rope jump em São Paulo; empresa teria esquecido de prender a corda de segurança. pic.twitter.com/ugyemoQOol
— Fuxico Teresina (@FuxicoTeresina) June 13, 2026
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