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Candidato Bolsonaro em estado grave mas estável

Político foi transferido para um hospital de São Paulo depois de ser operado a várias perfurações nos intestinos.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil 8 de Setembro de 2018 às 09:00
Bolsonaro na cama do hospital de Juiz de Fora
Atacante de Bolsonaro
Atacante de Bolsonaro
O momento em que Bolsonaro é esfaqueado, em ação de campanha no Brasil
 Vídeos mostram momento em que Bolsonaro é esfaqueado
Candidato Bolsonaro esfaqueado em ação de campanha no Brasil
O momento em que Bolsonaro é esfaqueado, em ação de campanha no Brasil
Bolsonaro na cama do hospital de Juiz de Fora
Atacante de Bolsonaro
Atacante de Bolsonaro
O momento em que Bolsonaro é esfaqueado, em ação de campanha no Brasil
 Vídeos mostram momento em que Bolsonaro é esfaqueado
Candidato Bolsonaro esfaqueado em ação de campanha no Brasil
O momento em que Bolsonaro é esfaqueado, em ação de campanha no Brasil
Bolsonaro na cama do hospital de Juiz de Fora
Atacante de Bolsonaro
Atacante de Bolsonaro
O momento em que Bolsonaro é esfaqueado, em ação de campanha no Brasil
 Vídeos mostram momento em que Bolsonaro é esfaqueado
Candidato Bolsonaro esfaqueado em ação de campanha no Brasil
O momento em que Bolsonaro é esfaqueado, em ação de campanha no Brasil
Um dia após sofrer um atentado à faca quando fazia campanha em Juiz de Fora, estado de Minas Gerais, o líder da corrida presidencial brasileira, Jair Bolsonaro, foi transferido esta sexta-feira num avião-ambulância para São Paulo.

Segundo os médicos do Hospital da Santa Casa de Juiz de Fora, onde passou por delicada cirurgia, e do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para onde foi transferido, o estado do candidato é "grave mas estável".

O boletim médico de ontem à noite avançava que Bolsonaro recuperava bem, estava consciente e com os sinais vitais estabilizados, mas continuava nos cuidados intensivos. Bolsonaro sofreu três perfurações no intestino delgado, um corte profundo no intestino grosso e numa artéria abdominal, e terá de usar uma bolsa intestinal coletora por ao menos dois meses.

Os médicos não arriscam prever o ritmo da recuperação do político, mas ele terá de ficar entre 7 e 10 dias internado e outro tanto tempo em repouso absoluto em casa, o que praticamente o tira da campanha até à votação da primeira volta, em 7 de outubro, e deixa ainda mais indefinida a corrida presidencial, que ele lidera.

Ninguém sabe se o ataque vai dar novos eleitores a Bolsonaro ou se o seu afastamento da campanha pode tirar-lhe a liderança. Não se sabe, também, como vão reagir agora os seus adversários, que o atacavam ferozmente mas que ontem cancelaram os compromissos de campanha em sua homenagem.

Autor do ataque diz: "foi Deus que mandou"
Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos, o homem que golpeou Jair Bolsonaro e quase foi morto pela multidão após o ataque, disse à polícia que "foi Deus que mandou" cometer o crime. Instado a explicar-se,  recusou, alegando que os polícias "nunca entenderiam."

Descrito por familiares como agressivo e desequilibrado, Adélio estava há apenas 15 dias na cidade de Juiz de Fora e confessou que saiu da pensão onde se hospedava já com a faca para atacar o candidato, contra o qual publicou frases hostis nas redes sociais. A polícia investiga outro homem, não identificado, suspeito de cumplicidade no ataque.
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