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Cinco mortos num motim em prisão no Brasil

Todos os mortos são reclusos. Ainda não está claro se as mortes ocorreram durante rixas internas ou em confrontos com a polícia.

27 de julho de 2023 às 20:08

Um motim na Penitenciária de Segurança Máxima António Amaro, em Rio Branco, capital do estado brasileiro do Acre, no extremo norte do país, terminou esta quinta-feira com cinco pessoas mortas. Todos os mortos são reclusos, mas ainda não está claro se as suas mortes ocorreram durante rixas internas ou em confrontos com a polícia.

O motim deflagrou na manhã de quarta-feira, quando reclusos ligados a uma fação criminosa conseguiram aceder à sala de armas e depois à ala onde ficam presos de uma fação rival. Dois polícias penais foram feitos reféns na altura e agredidos, mas um deles conseguiu escapar.

O segundo guarda prisional foi libertado 22 horas depois, na madrugada desta quinta-feira, tal como um recluso que trabalhava na limpeza da cadeia, que tem centenas de presos, e também tinha sido feito refém. Desde o primeiro momento do motim, um forte efetivo de forças de segurança bloqueou todas as saídas da prisão e deixou claro aos amotinados que ninguém conseguiria deixar o local, ao mesmo tempo que uma multidão de parentes desesperados foi mantida bem longe da cadeia por um cordão policial, para não prejudicar as negociações nem inflamar ainda mais os ânimos dos amotinados.

Especialistas do Depen, Departamento Penal Nacional, foram enviados para Rio Branco. Vão avaliar o estado em que ficou a cadeia após o motim, as condições de segurança e o eventual envio de membros de uma das fações para outra prisão.

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