Facebook, Twitter e Google arrasados por demorarem a retirar vídeo em direto do ataque na Nova Zelândia

Horas após o ataque, cópias do vídeo ainda estavam disponíveis nas várias redes sociais.
15.03.19
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O Facebook, Twitter e Google estão a ser fortemente criticados pela forma como trataram o vídeo transmitido em direto do ataque a mesquita na Nova Zelândia que acabou por ser amplamente partilhado nas redes sociais 

Horas após o ataque, cópias do vídeo ainda estavam disponíveis no YouTube, no Facebook e no Twitter da Alphabet Inc, bem como no Instagram e no WhatsApp do Facebook.

Os senadores democratas dos EUA, Cory Booker e Mark Warner, criticaram as empresas por serem muito lentas em eliminar qualquer rasto das imagens.

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