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Israelitas de Lisboa condenam mensagens de ódio na sinagoga do Porto

Comunidade Israelita de Lisboa afirma que em "Portugal não há espaço nem lugar para intolerância e para o ódio".

11 de outubro de 2023 às 14:46

A Comunidade Israelita de Lisboa (CIL) condenou esta quarta-feira as mensagens de ódio "escritas cobardemente" no muro e no portão da sinagoga do Porto, na sequência do conflito armado entre Israel e o movimento islâmico Hamas.

Em comunicado publicado na rede social Facebook, a CIL afirma que em "Portugal não há espaço nem lugar para intolerância e para o ódio".

"Os atos de barbárie e de terrorismo praticados pelo Hamas foram e são desumanos e não devem ser confundidos com a causa palestiniana. Não confundimos os terroristas com o povo palestiniano. Não seremos intimidados", realça.

Considerando o ato de vandalismo revoltante e confiando nas autoridades portuguesas, a CIL adiantou que os autores devem responder "exemplarmente pelos crimes de ódio perante a justiça".

"Não estamos perante um ato de liberdade de expressão. Estamos no domínio da ofensa, do antissemitismo, do antissionismo e do ataque a uma comunidade religiosa e de pessoas pacíficas. O aproveitamento político do massacre e mutilação cruel de milhares de pessoas é simplesmente abjeto e por isso estamos solidários com a comunidade judaica vítima desta ação deplorável", acrescenta.

A sinagoga do Porto, a maior da Península Ibérica ,foi esta quarta-feira vandalizada com inscrições "Libertem a Palestina" no muro e no portão.

No sábado, o Hamas desencadeou um ataque surpresa contra o território israelita, sob o nome de operação "Tempestade al-Aqsa", com o lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar, tendo feito mais de uma centena de reféns, civis e militares.

Em resposta ao ataque surpresa, Israel bombardeou a partir do ar várias instalações do Hamas na Faixa de Gaza, numa operação que batizou como "Espadas de Ferro", causando a morte de mais de 900 pessoas.

Uma alta patente militar israelita indicou que o número de mortos ultrapassou os mil.

O Hamas controla a Faixa de Gaza desde 2006 e é classificado como terrorista pela União Europeia, Estados Unidos e Israel.

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