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Correio da Manhã

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Maddie pode ter sido vendida a família rica do Médio Oriente

Casal McCann contratou detetives para investigarem hipóteses de menina ter sido levada para Marrocos após o rapto.
Catarina Figueiredo 24 de Abril de 2017 às 10:26
Maddie desapareceu em 2007 na Praia da Luz
Kate e Gerry McCann
Apartamento de onde desapareceu Maddie McCann
Colin Sutton, ex-investigador escocês, acredita na hipótese de Maddie ter sido vendida a uma rede de tráfico humano
Casal espanhol alega ter visto uma menina muito semelhante a Maddie em Marraquexe, acompanhada por um homem que não parecia o seu pai e a chamar pela mãe
Maddie desapareceu em 2007 na Praia da Luz
Madeleine McCann
Maddie McCann
Maddie
Maddie desapareceu em 2007
Maddie desapareceu em 2007 na Praia da Luz
Kate e Gerry McCann
Apartamento de onde desapareceu Maddie McCann
Colin Sutton, ex-investigador escocês, acredita na hipótese de Maddie ter sido vendida a uma rede de tráfico humano
Casal espanhol alega ter visto uma menina muito semelhante a Maddie em Marraquexe, acompanhada por um homem que não parecia o seu pai e a chamar pela mãe
Maddie desapareceu em 2007 na Praia da Luz
Madeleine McCann
Maddie McCann
Maddie
Maddie desapareceu em 2007
Maddie desapareceu em 2007 na Praia da Luz
Kate e Gerry McCann
Apartamento de onde desapareceu Maddie McCann
Colin Sutton, ex-investigador escocês, acredita na hipótese de Maddie ter sido vendida a uma rede de tráfico humano
Casal espanhol alega ter visto uma menina muito semelhante a Maddie em Marraquexe, acompanhada por um homem que não parecia o seu pai e a chamar pela mãe
Maddie desapareceu em 2007 na Praia da Luz
Madeleine McCann
Maddie McCann
Maddie
Maddie desapareceu em 2007
Madeleine McCann, a menina britânica que em maio de 2007 desapareceu do aldeamento onde estava instalada com os pais e os irmãos na Praia da Luz, em Lagos, pode ter sido capturada por uma rede de tráfico de escravos e posteriormente vendida a uma família rica, segundo noticia o jornal The Metro

Esta teoria, afirmada por um ex-investigador escocês, Colin Sutton, sustenta a probabilidade de Maddie ter sido levada de barco até Marrocos e aí vendida como escrava a uma família rica do Médio Oriente.

"Se alguém quisesse raptar e traficar uma pequena criança de três anos, a rota óbvia seria África. É de referir que na Mauritânia, um dos países que fazem fronteira com Marrocos, a escravidão foi considerada uma prática legal até 2007, precisamente o ano em que Madeleine desapareceu", adiantou. 

A teoria parece convencer também os pais da menina, Gerry e Kate McCann, que contrataram detetives particulares para investigar a probabilidade de Maddie ter sido vítima de tráfico humano. Os investigadores contratados pelo casal acreditam que há "fortes indícios" de que Maddie tenha sido levada para Marrocos, uma vez que a viagem de Ferry da praia da Luz para o Norte de África - com escala no porto de Tarifa, em Espanha - teria a duração de apenas cinco horas. 

"Quando a 3 de maio de 2007, o alerta do desaparecimento de Maddie foi dado, as autoridades demoraram a agir sobre o controlo das fronteiras, pelo que poderia ter sido facilmente levada dentro de um carro no ferry sem ninguém se aperceber", acreditam os detetives. 

Maddie foi avistada em vários locais
Vários avistamentos tornam esta teoria ainda mais sustentada. Quatro dias depois do seu desaparecimento, um turista contou ter visto uma criança com o perfil de Madeleine a ser transportada dentro de um vagão azul escuro no ferry que fazia a rota entre o porto espanhol de Tarifa e o Porto de Tânger, Marrocos. Três meses mais tarde, a Interpol de Gibraltar recebeu uma pista de alguém que diz ter visto um homem que se fazia acompanhar por uma menina idêntica a Maddie num mercado em Tânger. 

Por último, um casal espanhol, de férias em Marraquexe, Mari Olli e Raymond Pollard, acreditam ter visto uma menina parecida com Maddie numa bomba de gasolina junto ao hotel onde estavam instalados, acompanhada por um homem. O casal alega ter ouvido a menina a perguntar pela mãe, à medida que se apresentava cabisbaixa e vestida com um pijama. 

O casal adianta que só se apercebeu que a criança poderia ser Maddie, quando regressaram a Espanha e souberam das notícias do desaparecimento de uma menina da Praia da Luz, em Lagos, no Algarve.

"Falámos imediatamente com a polícia mas já não serviu de muito. Os vídeos das câmaras de vigilância do local que poderiam servir de prova foram apagados. Ainda hoje me reprimo por não ter feito nada. A menina estava muito assustada e aquele homem não parecia de modo algum ser o seu pai. Nunca mais me vou esquecer do que vi e do que poderia ter feito para salvar aquela criança", lamentou Mari ao jornal britânico, assegurando ainda nunca ter sido contactada pelas autoridades portuguesas, apesar de estes terem sido notificados pelos homólogos britânicos, segundo provam os registos de e-mail da PJ.
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