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Mãe que injetava lixívia na filha diz que não sente "afeição ou carinho" pela bebé

Mulher feria a criança com uma navalha, em constantes torturas, Foi condenada na Turquia.

23 de fevereiro de 2019 às 22:02

Uma mulher foi condenada na Turquia após confessar que injetava lixívia e sabão líquido em várias partes do corpo da filha bebé de 18 meses. 

A confissão foi feita após várias suspeitas a recaírem sobre a mulher.

"Não pude amar a minha filha, não consegui afeiçoar-me a ela. Então decidi torturá-la", confessou. "Injetava-lhe lixívia e sabão líquido nos ouvidos, nariz e umbigo, até começar a sangrar. Depois levei-a para o hospital para receber tratamento. Quando a deixaram ir para casa, continuei a torturá-la. Injetava-lhe lixívia e sabão, além de lhe fazer cortes com uma navalha na cabeça, olhos, pernas, braços e peito", revelou a mulher.

Elif K, como ficou conhecida, disse que além das injeções, ainda torturava a criança com vários cortes feitos com uma navalha desde que esta tinha um ano de idade. As primeiras suspeitas começaram quando o marido de Elif K começou a perceber que a bebé continuava a adoecer frequentemente

O pai da criança levou-a a um médico depois desta ter começado a sangrar das orelhas e umbigo, além de ter hematomas em todo o corpo, no entanto, o problema não foi diagnosticado.Quando começou a piorar, a bebé foi transferida para o Hospital da Faculdade de Medicina da Universidade de Istambul aos nove meses. Diagnosticaram-lhe o 

Elif K foi presa e interrogada, mas depois libertada após ter convencido a polícia da sua inocência. 

À medida que a saúde da criança, de seu nome Eylul, continuava a deteriora-se, foi novamente internada. Consequentemente a mãe novamente investigada e interrogada. Pela segunda vez, a mulher saiu em liberdade.

Num terceiro internamento, os médicos recusaram-se a entregar a bebé aos cuidados da mãe e foi então que começou a melhorar. 

Com as suspeitas a aumentarem, Elif decidiu entregar-se e fez a confissão completa.  

Foi condenada por torturar a filha e mandada para a prisão. Uma nova audiência em tribunal será realizada para determinar sua sentença.

O caso provocou fúria na capital turca, Istambul, depois de a mulher ter sido investigada duas vezes pela polícia e, mesmo assim, ter sido libertada em ambas as ocasiões.

Eylul vive agora sob os cuidados do pai e está a começar a recuperar a sua saúde.

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