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Ministério Público da Guiné-Bissau pede prisão preventiva para diretor-geral de Migração e Fronteiras

Advogado do diretor-geral dos Serviços de Migração e Fronteiras foi detido por alegado envolvimento no desaparecimento de cocaína.
Lusa 16 de Setembro de 2020 às 14:12
Guine Bissau
Guine Bissau
O advogado do diretor-geral dos Serviços de Migração e Fronteiras, detido por alegado envolvimento no desaparecimento de cocaína, disse esta quarta-feira que o Ministério Público pediu prisão preventiva para o seu constituinte, mas continua a aguardar uma decisão.

"Ontem (terça-feira) foi ouvido pelo Ministério Público, que pediu prisão preventiva e pelo juiz de instrução. Estamos a aguardar uma decisão", disse à Lusa o advogado Carlitos Djedjo.

O diretor-geral dos Serviços de Migração, Estrangeiros e Fronteiras, tenente-coronel Alassana Djaló, foi detido pela Polícia Judiciária por alegado envolvimento no desaparecimento de 83 cápsulas de cocaína.

O Ministério do Interior suspendeu na segunda-feira o tenente-coronel, alegando com a "dinâmica que se pretende imprimir na Direção-Geral de Migração e Fronteiras".

Guiné-Bissau Ministério Público Serviços de Migração Estrangeiros e Fronteiras
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